- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou que autoridades vão investigar ao menos dez cientistas que morreram ou estão desaparecidos nos últimos três anos.
- Trump disse que a situação é “muito séria” e que haverá respostas na próxima semana e meia, durante conversa com repórteres antes de seguir para Las Vegas.
- Investigações indicam que alguns dos profissionais tinham acesso a materiais nucleares e aeroespaciais confidenciais.
- Entre os nomes citados pelo New York Post estão Melissa Casias e Anthony Chavez, do Laboratório de Los Alamos, além de Monica Jacinto Reza e Steven Garcia.
- Já foram confirmadas as mortes de Jason Thomas (diretor de biologia química na Novartis), Frank Maiwald (engenheiro da Nasa), Nuno Loureiro (físico do MIT) e Carl Grillmair (pesquisador de exoplanetas); não há evidência de ligação entre os casos, e circulam teorias de conspiração nas redes.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as autoridades vão investigar os casos de pelo menos 10 cientistas americanos que morreram ou desapareceram nos últimos três anos. A declaração ocorreu antes de ele viajar para Las Vegas, com a promessa de respostas na próxima semana e meia. O tom foi de preocupação com a gravidade dos episódios.
Segundo Trump, os casos envolvem pessoas consideradas importantes e que precisam de esclarecimentos. A investigação busca entender as circunstâncias, incluindo se houve acesso a materiais sensíveis. As informações foram apresentadas após conversas com repórteres a caminho de uma viagem estadual.
Entre os nomes citados por veículos norte‑americanos, o New York Post aponta profissionais do Laboratório de Los Alamos, como Melissa Casias e Anthony Chavez, além da engenheira Monica Jacinto Reza e de Steven Garcia, responsável pela segurança de componentes de armas nucleares.
Detalhes da investigação
Até o momento, foram divulgadas mortes de Jason Thomas, diretor da time de biologia química da Novartis; Frank Maiwald, engenheiro da Nasa; Nuno Loureiro, físico do MIT; e Carl Grillmair, pesquisador de exoplanetas. Não houve confirmação oficial sobre vinculações entre os casos.
Diversos usuários em redes sociais têm levantado teorias, associando os eventos a espionagem ou a fenômenos não identificados. Autoridades não descartam nenhuma hipótese formalmente, mantendo a linha de apurar os fatos de maneira independente.
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