- O Irã prometeu uma resposta rápida ao ataque ao cargueiro realizado pelos EUA, afirmando que o disparo e a abordagem do navio-tanque constituem violação do cessar-fogo e pirataria.
- O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) informou que dois destróieres da Marinha dos EUA cruzaram o Estreito de Ormuz para operação de remoção de minas iranianas.
- Os EUA disseram ter disparado contra o navio e o apreendido porque ele teria cruzado a linha de bloqueio após ignorar avisos anteriores.
- Trata-se da primeira interceptação desse tipo desde o início do bloqueio aos portos iranianos, ampliando as tensões pouco tempo antes do fim do cessar-fogo, previsto para quarta-feira, 22.
- A Casa Branca informou que o vice-presidente, John (JD) Vance, liderará a delegação dos EUA ao Paquistão para a segunda rodada de negociações, com mediadores em Islamabad preparando-se para o encontro.
O Irã prometeu uma resposta rápida ao ataque ao cargueiro pelos EUA, ocorrido no Golfo de Omã. O ataque foi seguido pela abordagem de navio-tanque pelas forças americanas, o que o comando militar local qualificou como violação do cessar-fogo e pirataria.
Segundo o CENTCOM, dois destróieres da Marinha dos EUA cruzaram o Estreito de Ormuz para uma operação de remoção de minas iranianas. O episódio marca a primeira interceptação desse tipo desde o início do bloqueio aos portos iranianos.
O confronto ocorre às vésperas da expiração do cessar-fogo, previsto para quarta-feira. Washington afirma que o cargueiro cruzou a linha de bloqueio após ignorar avisos, enquanto Teerã alega violação de seu espaço.
Marco diplomático e negociações
O Paquistão não confirmou uma nova rodada de negociações para segunda-feira, mas reforçou a segurança em Islamabad. Mediadores trabalham na preparação de encontros com equipes de segurança norte-americanas já no local.
A Casa Branca informou que o vice-presidente JD Vance liderará a delegação norte-americana ao Paquistão, acompanhado por Steve Witkoff e Jared Kushner, para as tratativas com o Irã. As autoridades buscam manter o diálogo antes da expiração do cessar-fogo.
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