- O cessar-fogo entre Israel e Líbano, iniciado em 16 de abril, tem duração de dez dias.
- Forças de Defesa de Israel afirmam que Hezbollah violou o acordo ao entrar nas áreas de Bint Jbeil e Litani, no sul do Líbano.
- Israel proibiu o retorno de civis libaneses a vilarejos específicos do sul para evitar incidentes durante o reposicionamento militar.
- Segundo a Reuters, a segunda rodada de negociações para estabilizar a fronteira será realizada em 23 de abril, nos Estados Unidos, mediada por representantes internacionais.
- O Exército israelense reforçou fortificações em pontos estratégicos antes de uma retirada definitiva, com o objetivo de estabelecer uma zona de exclusão de armamentos não estatais e definir o cronograma de retirada.
Israel afirma que Hezbollah violou o cessar-fogo que começou no dia 16 de abril, após ações reportadas no sul do Líbano. Alega invasão de áreas de segurança por integrantes do grupo. Localidades citadas: Bint Jbeil e Litani, regiões com restrições de acesso.
O Exército de Israel comunicou novas medidas, proibindo o retorno de civis libaneses a vilarejos do sul. A justificativa é evitar incidentes durante o reposicionamento militar.
Segundo a Reuters, está marcada para 23 de abril a segunda rodada de negociações entre Israel e Líbano, nos Estados Unidos, para discutir a estabilização da fronteira e a segurança regional.
As conversas, iniciadas na semana passada com mediação internacional, buscam estabelecer uma zona de exclusão de armamentos não estatais e definir o cronograma de retirada das tropas israelenses.
O Exército tem reforçado fortificações em pontos estratégicos antes de qualquer retirada definitiva, conforme o órgão. A prioridade é manter a estabilidade na região enquanto avançam as tratativas.
O cessar-fogo, acordado para durar 10 dias, entrou em vigor em 16 de abril. No dia 19, Israel informou ter eliminado mais de 150 integrantes do Hezbollah nas 24 horas anteriores, incluindo o comandante Ali Rida Abbas, responsável pela região de Bint Jbeil.
O Hezbollah é integrado a um movimento armado e ao mesmo tempo atua como partido político libanês. Israel e EUA classificam a organização como grupo terrorista.
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