- Taiwan cancelou abruptamente a primeira viagem ao exterior do presidente Lai Ching-te, citando pressão da China.
- Lai não partirá para Eswatini na quarta-feira, conforme anúncio de Pan Men-an, secretário-geral do Escritório Presidencial em Taipei.
- Seychelles, Madagascar e Maurício revogaram a aprovação para o tráfego do voo de Lai pelos seus espaço aéreos.
- Pan Men-an explicou que a decisão foi tomada devido à intervenção chinesa nas viagens.
Taiwan cancela abruptamente a viagem de Lai Ching-te, prevista para ocorrer no exterior pela primeira vez em mais de um ano, citando pressão da China. A decisão foi comunicada pela Presidência.
Lai não partirá para Eswatini na quarta-feira, conforme plano inicial, informou Pan Men-an, secretário-geral do Gabinete Presidencial em Taipei. O anúncio marca a suspensão da viagem nas etapas de planejamento.
Segundo Pan, Seychelles, Madagascar e Maurício cancelaram as aprovações para o trajeto aéreo pelo espaço aéreo desses países. A justificativa foi atribuída a pressões originadas pela China.
Mudança de planos e contexto regional
A decisão reforça a tensão regional entre Taiwan e a China, com impactos logísticos para a agenda de Lai. Não houve confirmação de nova data para a viagem ou de substitutos para o itinerário originalmente previsto.
Ainda não há informações sobre próximos passos oficiais ou sobre como ficará a programação externa de Lai nos próximos meses. Autoridades não detalharam alternativas de viagem.
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