- O comissário europeu de Transporte e Turismo Sustentáveis, Apostolos Tzitzikostas, alertou em coletiva nesta terça-feira, 21, que, sem a liberdade de navegação permanente pelo estreito de Ormuz, as consequências serão catastróficas para a Europa e o mundo.
- A guerra no Oriente Médio impacta o setor de transportes, aumentando os custos de combustíveis e pressionando a cadeia de suprimentos, afetando empresas, cidadãos e operadores.
- A União Europeia mantém reservas de emergência de combustível de aviação e pode liberá-las apenas quando necessário; há busca por uma fonte alternativa de combustível para aviação, inclusive produção nos Estados Unidos.
- A Comissão fará amanhã um plano de energia com foco principal em combustíveis de transportes.
- Os países do bloco precisam atuar juntos para reduzir os impactos da alta de energia e tornar o sistema de transporte e a cadeia de suprimentos mais resilientes a crises futuras.
A União Europeia alerta para consequências catastróficas caso a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz não seja restabelecida de forma permanente. A fala foi feita pelo comissário europeu para o Transporte e Turismo Sustentáveis, Apostolos Tzitzikostas, em coletiva realizada nesta terça-feira, 21.
Segundo o comissário, a guerra no Oriente Médio já impacta o setor de transportes, elevando os custos com combustíveis e pressionando a cadeia de suprimentos. Empresas, cidadãos e operadores passam a sentir os efeitos dessas pressões.
Tzitzikostas informou que a UE mantém reservas de combustível de aviação para emergências, que podem ser liberadas apenas quando necessário. O bloco busca fontes alternativas, inclusive combustíveis de aviação derivados de produção norte-americana.
O comissário ressaltou que a crise afeta todos os modos de transporte e todos os Estados-membros. A UE planeja apresentar amanhã um pacote de energia com foco nos combustíveis de transporte e na resiliência da cadeia logística.
Ele destacou a necessidade de cooperação entre os países da União para mitigar a alta de preços de energia e tornar o sistema de transporte mais resistente a futuras crises. O objetivo é reduzir impactos econômicos e evitar interrupções maiores.
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