- O rei Charles III e a rainha Camilla chegam aos Estados Unidos na segunda-feira, 27, para uma visita de Estado de quatro dias.
- A viagem celebra os 250 anos da independência entre Reino Unido e Estados Unidos, em meio a tensões diplomáticas e após um atentado contra o presidente Donald Trump.
- O programa inclui reunião privada com Trump, discurso ao Congresso e jantar na Casa Branca; depois, segue para Nova York para homenagear vítimas de 11 de setembro e encontro com autoridades locais, como o prefeito Zohran Mamdani.
- A viagem termina na Virgínia, com reunião sobre conservação e homenagem aos cinquenta anos de ativismo ambiental do monarca.
- A visita ocorre num contexto de relação bilateral tensa, com debates sobre bases militares, Malvinas e alianças, com reforço no esquema de segurança.
O rei Charles III e a rainha Camilla chegam aos Estados Unidos nesta segunda-feira, 27, para uma visita de Estado de quatro dias. O objetivo é celebrar os 250 anos da independência entre Reino Unido e EUA, em meio a tensões diplomáticas. O passeio terá encontros com autoridades americanas, discurso ao Congresso e eventos na Casa Branca.
A programação começa com uma reunião privada com o presidente Donald Trump, autoproclamado fã da família real. Depois haverá um discurso no Congresso e um jantar na Casa Branca, seguido de atividades em Nova York e Virgínia. A viagem encerra com compromissos de conservação.
A passagem por Washington ocorre em meio a um atentado frustrado contra Trump durante o jantar anual dos correspondentes da Casa Branca no fim de semana. O embaixador britânico em Washington, Christopher Turner, disse que todas as medidas de segurança foram tomadas para proteger o casal.
Segurança reforçada e agenda internacional
Após Washington, o casal segue para Nova York para homenagear as vítimas de 11 de setembro e encontrar autoridades locais, incluindo o prefeito Zohran Mamdani. Em Virgínia, haverá uma reunião com pessoas envolvidas em trabalhos de conservação, marcando cinquenta anos de ativismo ambiental de Charles.
A viagem ocorre em um momento de atritos entre os dois países, apontados por autoridades como um dos mais delicados desde a Crise de Suez, em 1956. O governo britânico tem enfrentado questionamentos sobre cooperação com Washington em questões militares no Oriente Médio e no Irã.
Medições de segurança reforçadas foram anunciadas pela administração britânica e pela Casa Branca. Embora Trump tenha mencionado divergências, autoridades americanas sinalizam que o rei terá proteção adequada durante toda a estadia.
Ao fim da agenda norte-americana, Charles e Camilla seguem para as Bermudas, onde o monarca fará a primeira visita a um território britânico ultramarino desde sua coroação.
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