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Austríaco se declara culpado por ataque a show de Taylor Swift em Viena

Austríaco de 21 anos admite culpa parcial por planejar ataque a show de Taylor Swift em Viena, com pena potencial de até 20 anos de prisão

Um dos dois suspeitos de planejar ataque a show de Taylor Swift em Viena cobre o rosto em tribunal 28 de abril de 2026 REUTERS/Leonhard Foeger
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  • Um austríaco de 21 anos, identificado como Beran A, declarou-se culpado no início do julgamento por planejar ataque a show de Taylor Swift em Viena em 2024.
  • O suposto ataque foi frustrado na última hora; o réu foi preso em sete de agosto de dois mil e vinte e quatro, um dia antes do primeiro dos três shows em Viena.
  • Beran A também é acusado, junto com o eslovaco Arda K, de planejar ataques no Oriente Médio que não ocorreram e de apoiar um terceiro homem preso por suspeita de ataque com faca em Meca.
  • Os promotores afirmam que Beran A usou instruções em vídeo do Estado Islâmico para fabricar explosivos, tentou adquirir armas ilegais e cometeu diversos delitos relacionados ao terrorismo.
  • A pena pode chegar a vinte anos de prisão, caso seja condenado, em um processo que envolve, além disso, a suposta ligação com uma organização criminosa.

Um jovem austríaco de 21 anos se declarou culpado, nesta terça-feira, de planejar um ataque a um show de Taylor Swift em Viena em 2024, um plano frustrado na última hora. O julgamento ocorre em Wiener Neustadt, cidade vizinha à capital.

Segundo relatos, Beran A foi preso em 7 de agosto de 2024, um dia antes do início dos três shows agendados pela cantora norte-americana em Viena, que acabaram cancelados. A decisão de culpabilidade ocorreu no começo do interrogatório.

Além das acusações ligadas ao show, Beran A e o eslovaco Arda K enfrentam acusações de planejar ataques no Oriente Médio que não chegaram a se concretizar. Também são investigados por suposta colaboração com um terceiro homem ligado a um caso em Meca.

O Ministério Público afirma que Beran A utilizou instruções em vídeo de organizações extremistas para confeccionar explosivos, além de ter tentado adquirir armas de forma ilegal, incluindo uma metralhadora e uma granada de mão. As denúncias abrangem terrorismo, participação em organização criminosa e ameaça perigosa.

Caso seja condenado, o réu pode pegar de 10 a 20 anos de prisão. O julgamento continua para apurar a extensão do envolvimento de cada acusado e as possíveis responsabilidades vinculadas aos planos de ataque.

Os promotores destacam que o caso envolve redes internacionais de extremismo e que as ações, embora frustradas, representaram uma ameaça relevante para a segurança de eventos de grande porte na região. O desfecho jurídico deve definir as sanções cabíveis aos réus.

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