- Ministros do G7 assinam declaração em Paris, em 30 de abril de 2026, que prevê monitorar os efeitos do fechamento do estreito de Ormuz pelo Irã e criar opções de resposta imediata.
- O texto destaca a preocupação com o choque na segurança alimentar e a necessidade de acompanhar a possível falta de fertilizantes.
- Participaram representantes de países convidados, incluindo o Brasil, mas apenas os integrantes do G7 assinam o documento final.
- A declaração também aponta preocupação com o aumento de dívidas, pobreza e necessidades humanitárias.
- A reunião ocorreu nos dias 29 e 30 de abril, e a França preside o G7; a próxima cúpula está marcada para 15 a 17 de junho em Evian.
Os ministros de Desenvolvimento e Cooperação do G7 assinaram nesta quinta-feira, 30 de abril de 2026, uma declaração em Paris. O texto ressalta a necessidade de monitorar o impacto do fechamento do estreito de Ormuz pelo Irã sobre a segurança alimentar e de apresentar opções de resposta imediatas. A reunião ocorreu nos dias 29 e 30 de abril, com foco em ajuda a países de baixa renda.
Segundo a declaração, especialistas devem acompanhar os efeitos do choque logístico e financeiro causado pelo bloqueio de Ormuz. O objetivo é compreender impactos no abastecimento de fertilizantes e na cadeia de produção agrícola, buscando medidas de resposta rápidas.
A reunião contou com representantes de países convidados, incluindo o Brasil. No entanto, apenas os membros do G7 assinam o documento final. A presidência do encontro fica com a França.
A mensagem também aponta preocupação com o aumento de dívidas nacionais, pobreza e necessidades humanitárias. O encontro foi conduzido pela ministra francesa Éléonore Caroit. O representante brasileiro foi Philip Fox Drummond Gough, secretário de Assuntos Econômicos e Financeiros do Itamaraty.
A França preside o G7, cuja próxima reunião de chefes de Estado e de governo está marcada para 15 a 17 de junho, em Evian. O objetivo é manter o diálogo sobre assistência a países de baixa renda e cooperação internacional.
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