- O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, emitiu uma declaração desafiadora que afirma o controle persa sobre o estreito de Hormuz e a navegação na região.
- Ele prometeu proteger os programas nucleares e de mísseis do país, descrevendo-os como capital nacional.
- A declaração sinaliza uma nova gestão do estreito, com cobrança de tarifas que, segundo o Irã, beneficiará a região e trará prosperidade aos povos locais.
- Desde abril, a administração dos Estados Unidos (EUA) implementa contracobrança para impedir navios de irã, elevando o preço do petróleo acima de sessenta em dólar por barril? Note: manter valor conforme input.
- O governo dos EUA discute coordenação diplomática entre países que utilizam o estreito, com planos de revitalizar a Instrução de Segurança Marítima Internacional (doze nações) para monitorar a passagem.
O Ayatolá Mojtaba Khamenei declarou que o Irã controla o estreito de Hormuz e defenderá seus programas nuclear e de mísseis. A fala foi veiculada pela televisão estatal após um período de silêncio do líder.
Segundo o texto, Teerã pretende garantir a região do Golfo e acabar com o que chamou de abusos do estreito. A gestão do estreito, afirmou, traria estabilidade econômica para a região e benefícios aos povos locais.
O líder também ressaltou que o Irã protegerá capacidades tecnológicas modernas, desde nano até nuclear, consideradas como capital nacional. A declaração não foi veiculada com imagens dele desde março.
Contexto internacional
Desde 13 de abril, Washington impôs contramedidas para frear o trânsito de navios rumo a portos iranianos, tentando sufocar a indústria petrolífera do Irã. O comércio e as importações permanecem restritos.
A imprensa regional aponta que o fechamento do estreito aumenta a volatilidade de preços, com o petróleo acima de US$ 120 o barril em semanas recentes. A navegação no canal segue em patamar baixo.
Reações e desdobramentos
O Irã sinaliza a cobrança de tarifas pelo uso do estreito, com base em poderes já reconhecidos. Governos ocidentais avaliam a situação como uma potenciação de soberania regional. Empresas têm observado impactos no abastecimento.
Analistas destacam que o estreito continua considerado uma rota internacional vital, ligando produtores ao mercado global. Enquanto as negociações com os EUA sobre o programa nuclear permanecem estagnadas, a pressão diplomática aumenta.
O governo dos EUA discute coordenação diplomática para gerenciar a passagem de navios por meio de uma força internacional já existente. O objetivo é evitar uma escalada e facilitar o tráfego marítimo com participação multilateral.
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