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Trump autoriza projeto de oleoduto que reativa parte da Keystone XL

Trump assina autorização transfronteiriça para Keystone XL, revive parte da linha e liga fronteira a Wyoming, com capacidade de 550 mil barris por dia

oleoduto Keystone XL — Foto: Jason Franson/Bloomberg
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  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quinta-feira (30) uma autorização transfronteiriça para reviver parte do oleoduto Keystone XL.
  • O objetivo é transportar petróleo bruto canadense da fronteira entre EUA e Canadá até o estado de Wyoming.
  • A iniciativa envolve a South Bow (antiga proponente do Keystone XL) e a Bridger Pipeline; poderia aumentar as exportações canadenses para os EUA em mais de 12%.
  • O traçado prevê um duto de 645 milhas (1.038 km) — com capacidade de até 550 mil barris por dia — entre a fronteira no condado de Phillips, em Montana, e Guernsey, Wyoming.
  • Será necessária autorização regulatória estadual e possíveis conexões para levar o petróleo a centros de refino como Cushing, Patoka e a Costa do Golfo; parte da tubulação já existe no lado canadense.

Donald Trump assinou nesta quinta-feira uma autorização transfronteiriça para reviver partes do oleoduto Keystone XL. O objetivo é transportar petróleo bruto canadense da fronteira com os EUA até Wyoming, usando uma rota redesenhada dentro dos EUA.

A iniciativa envolve a empresa canadense South Bow, criada em 2024 pela antiga proponente TC Energy, e a parceira americana Bridger Pipeline. Segundo as propostas, o projeto poderia aumentar as exportações canadenses para os EUA em mais de 12%.

A nova rota utiliza parte da tubulação já existente no lado canadense, onde há autorizações. O trajeto norte-americano passaria por Montana, começando no condado de Phillips, e seguiria até Guernsey, em Wyoming, num total de 645 milhas (1.038 km).

Analistas apontam que Guernsey pode não ser o destino final, exigindo conexões para refinarias como Cushing, Oklahoma; Patoka, Illinois; e a Costa do Golfo. Autorizações regulatórias estaduais também são esperadas antes do avanço do projeto.

O oleoduto anterior foi cancelado em 2021 pelo ex-presidente Joe Biden, após décadas de oposição de povos indígenas e de organizações ambientalistas. A nova proposta depende de aprovações em várias esferas regulatórias para seguir adiante.

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