- A China pediu a prorrogação da presença da missão de paz da ONU no Líbano, a UNIFIL, citando preocupação com bombardeios israelenses no território libanês.
- O embaixador chinês junto às Nações Unidas, Fu Cong, disse que é preciso revogar a decisão do Conselho de Segurança de encerrar o mandato no final deste ano.
- A UNIFIL, criada em mil, setenta e oito, patrulha a fronteira sul do Líbano com Israel; o Conselho de Segurança concordou em iniciar a retirada no fim de dois mil e vinte e seis.
- Fu Cong afirmou que não há um cessar-fogo real, apenas um “fogo mais fraco”, e disse que Israel deve parar os bombardeios.
- Mais de 2.500 pessoas foram mortas em ataques no Líbano desde dois de março, em apoio ao Hezbollah; Israel diz mirar bases do grupo no sul do Líbano; Fu Cong disse ter conversado com o secretário-geral da ONU, António Guterres, sobre o tema.
A China pediu a prorrogação da presença de forças de paz da ONU no Líbano, condicionando a continuidade da missão às circunstâncias no terreno. Pequim criticou os bombardeios israelenses sobre o território libanês e pediu reeavaliação do mandato da UNIFIL.
O embaixador chinês junto às Nações Unidas, Fu Cong, afirmou que o Conselho de Segurança deve reconsiderar a decisão de encerrar o mandato ao fim de 2026. A China preside o Conselho de Segurança neste mês de maio.
Fu Cong mostrou preocupação com a situação no Líbano, destacando que não havia realmente um cessar-fogo, apenas um fogo mais fraco. Segundo ele, Israel precisa interromper os bombardeios na região sul do Líbano.
Israel alega que suas ações no sul do Líbano visam bases do Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã, para impedir ataques contra o território israelense. Autoridades israelenses não comentaram o posicionamento chinês.
A UNIFIL, criada em 1978, patrulha a fronteira entre Líbano e Israel. No ano passado, o Conselho de Segurança aprovou a retirada gradual da missão ao fim de 2026. A China enfatizou a necessidade de avaliar a situação de perto.
Fu Cong disse ter discutido o tema com o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, ressaltando a importância de uma avaliação contínua. Não houve alterações formais na posição do governo chinês sobre o mandato da missão.
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