- Trump assinou uma ordem executiva que ampliou as sanções contra o governo cubano, gerando insatisfação da China.
- Nesta terça-feira, o governo chinês pediu o fim imediato do embargo e das sanções contra Cuba, alegando ilegalidade e violação do direito internacional.
- O Ministério das Relações Exteriores da China afirmou apoiar os esforços nacionais de Cuba.
- O professor Vitelio Brustolin diz que Cuba depende de patrocinadores externos e critica a ONU, que classifica como inoperante.
- O texto relembra que, desde a Guerra Fria, Cuba recebeu ajuda de potências como União Soviética e Venezuela, com as sanções dos Estados Unidos agravando a situação econômica.
Nesta sexta-feira, 1º, Donald Trump assinou uma ordem executiva que ampliou as sanções contra o governo cubano, gerando reação de várias nações. Na mesma linha, a China manifestou insatisfação com as medidas norte-americanas.
Nesta terça-feira, 5, Pequim reiterou a cobrança pela suspensão do embargo e das sanções contra Cuba, afirmando que as ações são ilegais e violam normas do direito internacional. O Ministério das Relações Exteriores confirmou o apoio de China aos esforços de Cuba.
Segundo o analista Vitelio Brustolin, as sanções dos EUA costumam impactar o comércio externo de Cuba por meio de sanções indiretas a terceiros. Ele destaca que a ilha depende de aliados externos para se manter economicamente estável.
Brustolin afirma que, desde a Guerra Fria, Cuba recebeu apoio de potências como a União Soviética e, posteriormente, da Venezuela. A depender de petróleo e suporte financeiro, a economia cubana tem enfrentado pressões externas significativas.
Para o especialista, há uma percepção de violação do direito internacional por parte dos EUA. Ele também critica a atuação da ONU, descrevendo-a como inoperante em defesa dos direitos do povo cubano.
A análise aponta que o regime cubano mantém o controle político sob resistência de blocos externos. Cuba é descrita como mantendo o poder com apoio esporádico de parceiros regionais, diante de restrições econômicas prolongadas.
As informações destacam a tensão entre Estados Unidos, China e Cuba, com a ONU no centro de debates sobre o alcance e a eficácia de intervenções internacionais. O tema segue em análise por autoridades diplomáticas.
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