- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que vários países manifestaram publicamente ou em privado disposição para apoiar o “Projeto Liberdade” no Estreito de Ormuz, mas não revelou quais nações.
- Rubio afirmou que algumas contribuições podem ocorrer de formas menos visíveis e reforçou que não quer entrar em detalhes por razões óbvias, mantendo a ideia de participação variada.
- Ele destacou que os Estados Unidos assumem a maior parte da operação, dizendo que é o país que pode projetar poder naquela região.
- Em relação à iniciativa, o presidente Donald Trump disse que os EUA vão começar a guiar navios pelo estreito, citando pedidos de países neutros para liberar navios presos na rota.
- O texto também menciona impactos econômicos, com a gasolina nos EUA passando a cerca de US$ 4,45 por galão.
Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, afirmou que diversos países se mostraram dispostos a apoiar o Projeto Liberdade, a iniciativa dos EUA para assegurar a navegação no Estreito de Ormuz. No entanto, ele não revelou quais nações pretendem contribuir nem quais capacidades poderiam oferecer.
Rubio disse que algumas ajudas podem ocorrer de forma não aparente e destacou a sensibilidade do tema. O secretário reforçou que os EUA carregarão a maior parte da operação, alegando ser o país com maior capacidade para projetar poder na região.
Ele ainda afirmou que a liderança da operação é dos Estados Unidos, por envolver riscos e interesses relacionados aos navios que passam pelo estreito. O objetivo, segundo o governo, é permitir a passagem segura dos navios, principalmente de nações que dependem do corredor marítimo.
Operação em Ormuz
Nesta semana, o presidente Donald Trump informou que os EUA iniciarão a escolta de navios pelo Estreito de Ormuz, no contexto do chamado Projeto Liberdade. A justificativa envolve responder a pedidos de países neutros que desejam ver navios livres de restrições.
Trump mencionou que os navios a serem guindados são de regiões que não participam do conflito no Oriente Médio; afirmou tratar-se de um gesto humanitário e que a ação pode exigir firmeza caso haja interferência.
Economicamente, os impactos do bloqueio no estreito seguem sob observação, com repercussões nos preços da gasolina nos EUA, que chegaram a uma média de cerca de US$ 4,45 por galão. As informações sobre detalhes operacionais continuam em desenvolvimento pelas autoridades envolvidas.
Entre na conversa da comunidade