- O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o Irã quer fazer um acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio e que os EUA estão conversando com as partes envolvidas.
- Trump fez a declaração durante um evento militar em homenagem ao Dia das Mães, destacando o papel da sua administração, incluindo o vice-presidente JD Vance.
- A Marinha Francesa deslocou o porta-aviões Charles de Gaulle e navios de escolta para o sul do Canal de Suez, em direção ao Mar Vermelho.
- A manobra faz parte de um plano franco-britânico para o estreito de Ormuz, com operação ainda dependente de condições de segurança para a navegação.
- O Irã fechou o estreito de Ormuz em 4 de março após ataques conjuntos dos EUA e de Israel, interrompendo parte do tráfego no GolfoPérsico.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o Irã busca fechar um acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio. A declaração foi feita durante evento militar em homenagem ao Dia das Mães, nesta quarta-feira. Trump disse que o país está conversando com autoridades iranianas para chegar a um acordo.
Ele ressaltou o papel de integrantes de sua administração nas negociações, incluindo o vice-presidente JD Vance. A resposta ocorre em meio a expectativas de um pacto que possa encerrar as hostilidades já há mais de 60 dias.
Trump disse ainda que Washington está engajando com as partes interessadas em buscar um acordo para a guerra, destacando o empenho da gestão em encontrar uma solução.
Marinha francesa se desloca para reforçar o tráfego em Ormuz
A Marinha Francesa desloca-se para o sul do Canal de Suez, em direção ao Mar Vermelho, preparando possível missão no estreito de Ormuz. O movimento faz parte de um plano franco-britânico anunciado após Macron anunciar a estratégia, em março.
O reordenamento do porta-aviões nuclear Charles de Gaulle e de escoltas aproxima os recursos do Golfo Pérsico, onde passa grande parte do tráfego mundial de petróleo. A medida depende de condições de segurança para o estreito.
Segundo o porta-voz do chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, ir para o sul de Suez facilita reagir rapidamente, caso haja necessidade. A coalizão que envolve França, Reino Unido e outras nações não entrará em operação sem garantias de segurança.
A operação é distinta da missão de escolta dos EUA, conhecida como Projeto Liberdade, que segue sob coordenação separada. A França afirma que a atuação é defensiva e compatível com o direito internacional.
Macron e o primeiro-ministro britânico lideraram uma cúpula em Paris com participação de mais de 50 países. O planejamento, concluído entre abril, visa operacionalizar a resposta caso condições no estreito se tornem favoráveis.
O Irã fechou o estreito em 4 de março, após ataques conjuntos dos EUA e de Israel. Desde então, a região continua sob tensões, com impactos no comércio marítimo e nos seguros de riscos de guerra.
O porta-aviões recebeu ordens para estar posicionado perto do estreito sem adentrar o Golfo Pérsico, onde a Marinha dos EUA mantém bloqueio. A França mantém base aérea em Al Dhafra, nos Emirados, para apoio à mobilização.
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