- Dois agentes da Guarda Civil da Espanha morreram durante perseguição a uma lancha ligada ao narcotráfico na costa de Huelva, Andaluzia, em 8 de maio de 2026, após colisão entre duas embarcações oficiais.
- Além das mortes, dois agentes ficaram gravemente feridos e um sofreu ferimentos leves; Germán faleceu em serviço e Jerónimo também morreu, estando internado em estado grave.
- A operação ocorreu no contexto de ações contra traficantes que atuam no litoral sul espanhol, com foco em lanchas de alta velocidade usadas para transportar drogas.
- O primeiro-ministro Pedro Sánchez disse estar profundamente entristecido com as mortes e agradeceu o serviço das Forças de Segurança; o sindicato AUGC pediu mais recursos e equipamentos para combater o narcotráfico marítimo na região.
- Ameaças semelhantes já ocorreram anteriormente na Andaluzia, como em fevereiro de 2024, quando guardas civis morreram após uma lancha de traficantes atingir a embarcação em que estavam no porto.
Dois agentes da Guarda Civil da Espanha morreram durante uma perseguição a uma lancha ligada ao narcotráfico na costa da Andaluzia, no sul do país, nesta sexta-feira, 8 de maio de 2026. A colisão ocorreu entre duas embarcações oficiais, durante uma operação marítima contra traficantes na região de Huelva.
Segundo a Guarda Civil, Germán e Jerónimo estavam na perseguição à lancha suspeita quando houve o choque entre as embarcações. Outros agentes ficaram feridos, entre eles dois com gravidade e um com lesões leves, conforme atualização mais recente do órgão.
A operação ocorre em um contexto de intensificação de ações contra nações criminosas que utilizam lanchas de alta velocidade para transportar drogas pelo Estreito de Gibraltar e pelo litoral andaluz. A região tem sido alvo de operações frequentes no último período.
O primeiro-ministro Pedro Sánchez manifestou pesar pela perda dos agentes, destacando o serviço e a dedicação das Forças de Segurança do Estado. Já a Associação Unificada de Guardas Civis destacou a necessidade de investimentos adicionais em recursos e equipamentos para o combate ao narcotráfico marítimo.
Em fevereiro de 2024, um caso semelhante na Bahia de Barbate, também na Andaluzia, mobilizou a comoção nacional após a morte de guardas civis em meio a um ataque de uma lancha de traficantes.
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