- Entrou em vigor, em 11 de maio de 2026, o regime de isenção recíproca de vistos entre Brasil e China para turismo e negócios.
- A medida dispensa visto para chineses, valendo para viagens de turismo, negócios, atividades artísticas, culturais, recreativas, desportivas e visitas a familiares ou participação em eventos.
- A estadia fica autorizada por até 30 dias e vale até 31 de dezembro de 2026, conforme memorando publicado no Diário Oficial.
- O anúncio foi feito pelo vice-presidente Geraldo Alckmin no Salão do Turismo, em Fortaleza, como parte de um esforço para ampliar intercâmbio turístico, comercial e cultural.
- Dados oficiais indicam que o Brasil recebeu pouco mais de 100 mil visitantes chineses em 2025, com crescimento de 30% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período de 2025.
A partir de 11 de maio de 2026 entra em vigor a isenção recíproca de vistos entre Brasil e China para viagens de turismo e negócios. A medida permite a entrada de cidadãos chineses no Brasil sem visto, consolidando a reciprocidade já adotada pela China desde junho de 2025.
A proposta abrange viagens para turismo, negócios, atividades artísticas, culturais, recreativas e desportivas, além de visitas a familiares e participação em conferências. O governo federal aponta que a iniciativa visa ampliar o fluxo de visitantes chineses ao país.
Segundo dados oficiais, o Brasil recebeu pouco mais de 100 mil visitantes chineses em 2025, com crescimento de 30% no primeiro trimestre de 2026 ante o mesmo período do ano anterior. O acordo tem validade inicial até 31 de dezembro de 2026.
O anúncio de vigência foi feito pelo vice-presidente Geraldo Alckmin durante o Salão do Turismo em Fortaleza. A regra facilita estadias de até 30 dias para cidadãos chineses, contemplando turismo, negócios, trânsito e participação em atividades artísticas ou esportivas.
A medida também pode fortalecer intercâmbios comerciais, turísticos e culturais entre os dois países, atendendo a sinalizações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, divulgadas em janeiro deste ano.
Com informações da Agência Brasil.
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