- Há um mês, delegações dos EUA e do Irã se reuniram em Islamabad para discussões de paz, com a reunião de 11 de abril durando 21 horas; o líder dos negociadores iranianos disse que os EUA não ganharam a confiança do Irã.
- Em 13 de abril, os EUA implementaram bloqueio aos portos iranianos, enquanto as negociações continuavam.
- Entre 17 de abril e 6 de maio, houve escalada de tensões envolvendo o Estreito de Ormuz, com o Irã ameaçando reabri-lo ou fechá-lo e Trump mantendo ou ajustando posições sobre o cessar-fogo.
- Em 10 de maio, o Irã enviou a sua resposta à última proposta dos EUA; Trump afirmou que a contraproposta era “totalmente inaceitável”.
- Em 11 de maio, a imprensa estatal iraniana informou que a contraproposta incluía reconhecimento da soberania sobre o Estreito de Ormuz e indenização por danos de guerra, com o Irã considerando-a razoável.
O mês de negociações entre os EUA e o Irã foi impulsionado por encontros realizados na capital do Paquistão, Islamabad, com o objetivo de encerrar o conflito entre as duas potências. O processo começou há um mês, reunindo delegações em busca de um cessar-fogo e de garantias sobre o programa nuclear iraniano.
As negociações tiveram início em 11 de abril, com 21 horas de conversas presenciais entre autoridades americanas e iranianas. A parte iraniana afirmou que a confiança brasileira não, perdão, que os EUA não conquistaram a confiança necessária. O Paquistão recebeu as delegações sob mediação internacional.
Desdobramentos iniciais e resposta externa
Em 13 de abril, o bloqueio aos portos iranianos foi implementado pelos EUA, enquanto Washington afirmou que as negociações prosseguiam. A resposta iraniana incluiu declarações de reabertura do Estreito de Ormuz em caso de cessar-fogo entre Israel e Líbano.
Novos impasses e contatos subsequentes
Em 18 de abril, o Irã anunciou fechamento temporário do Estreito de Ormuz, acusando os EUA de quebra de confiança. Autoridades britânicas e paquistanesas buscaram manter as negociações na linha de diálogo, sem confirmação de um acordo final.
Continuidade ou suspensão das conversas
Entre 19 e 21 de abril, surgiram declarações conflitantes sobre a presença iraniana em Islamabad e a continuidade das negociações. O governo paquistanês disse buscar persuadir o Irã a continuar, sem confirmação de novas rodadas.
Potenciais avanços e próximos passos
Até 29 de abril, Trump afirmou ter rejeitado propostas iranianas sobre o bloqueio do Estreito de Ormuz, condicionando qualquer acordo a garantias sobre o programa nuclear. Em maio, surgiram sinais de divergências persistentes sobre as linhas vermelhas de cada lado.
Situação atual e leitura das propostas
Em 11 de maio, o Irã apresentou uma contraproposta que incluía reconhecimento da soberania sobre Ormuz e indenização por danos de guerra, segundo a imprensa estatal iraniana. Os EUA disseram que ainda analisam a proposta.
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