- Um professor da Universidade de Gênova, Stefano Vanin, sobreviveu à expedição de mergulho nas Maldivas; a missão, realizada no Atol de Vaavu, envolvia cavernas subaquáticas a cerca de cinquenta metros de profundidade.
- Ao todo, a expedição resultou na morte de cinco pessoas; um corpo havia sido recuperado e quatro permanecem desaparecidos até a tarde de sexta-feira.
- A equipe incluía a professora Monica Montefalcone, sua filha Giorgia Sommacal, a pesquisadora Muriel Oddenino, o graduado Federico Gualtieri e o instrutor Gianluca Benedetti; Vanin não mergulhou com os demais.
- A Universidade de Gênova informou que a missão autorizada previa apenas atividades de superfície ou mergulho com snorkel, sem mergulho em águas profundas de alto risco.
- As buscas têm enfrentado ventos fortes e mar agitado, dificultando a operação em uma caverna estimada em cerca de sessenta metros de profundidade.
Um grupo de mergulho que participava de uma expedição científica nas Maldivas enfrentou uma tragédia no Atol de Vaavu. A operação resultou na morte de cinco exploradores e deixou um sobrevivente. A missão ocorreu a cerca de 50 metros de profundidade, em cavernas subaquáticas.
O sobrevivente é Stefano Vanin, professor de Zoologia da Universidade de Gênova. Ele estava a bordo do Duke of York, o navio da expedição. A universidade confirmou a informação e informou que ele está em condições físicas estáveis e recebendo apoio.
Entre os exploradores estavam a professora Monica Montefalcone, sua filha Giorgia Sommacal, a pesquisadora Muriel Oddenino, o graduado Federico Gualtieri e o instrutor Gianluca Benedetti. Não há confirmação do motivo de Vanin não ter mergulhado com o grupo.
Atualização sobre as buscas
As operações de resgate enfrentam condições climáticas adversas, com ventos e mar agitado. A caverna permanece localizada a cerca de 60 metros de profundidade, ainda pouco conhecida pelas autoridades locais. Até a tarde de sexta-feira, um corpo havia sido recuperado e quatro continuam desaparecidos.
A missão autorizada pela universidade previa apenas atividades de superfície ou de snorkeling, não mergulho em águas profundas. Os investigadores apuram as circunstâncias do incidente e se comunicam com familiares dos envolvidos.
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