- Assessores de Donald Trump disseram à Axios que o risco de a China invadir Taiwan nos próximos cinco anos aumentou após encontros entre Trump e Xi Jinping em Pequim na semana passada.
- Segundo os assessores, Xi busca consolidar uma posição em que Taiwan “nos pertence” e a China não seria mais vista apenas como potência emergente.
- Em entrevista à Fox News, Trump afirmou que não incentiva a independência de Taiwan e não pretende levar o país a uma guerra por causa da ilha.
- Trump disse acreditar que Xi só tentará invadir Taiwan quando ele já não estiver na Casa Branca, sugerindo que não mobilizaria tropas enquanto estiver no poder.
- Os Estados Unidos mantêm relações diplomáticas com Pequim e fornecem armas a Taiwan; o secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que a política dos EUA em relação a Taiwan permanece inalterada.
O risco de a China invadir Taiwan nos próximos cinco anos teria aumentado, segundo assessores de Donald Trump. A afirmação saiu após os encontros entre Trump e o presidente Xi Jinping, em Pequim, na semana anterior. A reunião acentuou tensões sobre o futuro da ilha, conforme a agência EFE.
Em entrevista à Fox News, Trump disse não incentivar a independência de Taiwan nem pretende ir à guerra contra a China por causa da ilha. O ex-presidente afirmou que não mobilizaria tropas para defender Taiwan e sugeriu que uma invasão ocorreria apenas se ele já não estiver no cargo.
Os Estados Unidos mantêm relações diplomáticas apenas com Pequim, sem apoiar explicitamente a reivindicação chinesa sobre Taiwan nem a pretensão de independência da ilha. O governo americano fornece armas a Taiwan para defesa, em linha com a política de deter conflitos na região.
O secretário de Estado, Marco Rubio, reiterou que a postura norte-americana em relação a Taiwan permanece inalterada após o encontro entre Trump e Xi. A fala reforça a mensagem de continuidade diplomática dos EUA, sem mudanças oficiais na política de Taiwan.
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