- Militares da Guarda Costeira das Forças de Defesa Nacional das Maldivas, o Sargento Mohamed Mahudhee, morreu após sofrer descompressão subaquática durante buscas pelos corpos no Atol de Vaavu.
- A morte ocorreu durante a operação de resgate dos cinco italianos que faleceram em expedição nas Maldivas; até o momento, apenas o corpo do instrutor de mergulho Gianluca Benedetti foi localizado.
- As vítimas italianas eram ligadas à Universidade de Gênova: Monica Montefalcone, Giorgia Sommacal, Muriel Oddenino e Federico Gualtieri.
- A expedição começou na manhã de quinta-feira; o sumiço foi registrado quando a embarcação não retornou à superfície; os mergulhadores exploravam cavernas a cerca de cinquenta metros de profundidade, acima do recomendado para mergulho recreativo.
- As condições climáticas não estavam favoráveis; a causa das mortes ainda não foi divulgada pelas autoridades.
O mergulhador militar Mohamed Mahudhee morreu neste sábado durante uma missão de resgate no Atol de Vaavu, nas Maldivas. Ele fazia parte da Guarda Costeira das Forças de Defesa Nacional e sofreu uma descompressão subaquática durante a operação.
A vítima chegou a ser levada ao hospital em estado grave, mas não resistiu. Em nota publicada pelo ministro do Turismo e Meio Ambiente das Maldivas, o governo expressou pesar pelo falecimento e ressaltou o sacrifício do militar.
Mahudhee integrava o grupo de socorristas encarregado de localizar os corpos dos cinco turistas italianos, mortos em uma expedição no litoral maldivo. Até o momento, apenas o corpo do instrutor Gianluca Benedetti havia sido localizado.
Detalhes sobre as vítimas e a operação
Segundo a imprensa local, os mergulhadores acompanhavam quatro pessoas associadas à Universidade de Gênova: a professora Monica Montefalcone, sua filha Giorgia Sommacal, a pesquisadora Muriel Oddenino e o graduado em biologia Federico Gualtieri. A tripulação da embarcação acionou o sumiço no início da tarde de quinta-feira, após não retornarem à superfície.
Contexto da operação
Autoridades informaram que a expedição ocorria em cavernas a cerca de 50 metros de profundidade, acima do limite recomendado para mergulho recreativo, de 30 metros. As más condições climáticas também foram citadas como fator que complicou os trabalhos de busca.
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