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Taiwan não será sacrificada; EUA confirmam venda de armas como compromisso, diz presidente

Taiwan reafirma soberania e modo de vida democrático; vê as vendas de armas dos EUA como compromisso de segurança, sem buscar conflito

Uma bandeira de Taiwan é hasteada no topo de uma colina de frente para Xiamen, na China, na Ilha Dadan, em Kinmen, Taiwan, em 18 de outubro de 2025. REUTERS/Ann Wang
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  • O presidente Lai Ching-te afirmou que Taiwan não será sacrificada nem negociada e não abrirá mão de seu modo de vida democrático, dizendo que as vendas de armas dos EUA são um compromisso de segurança baseado na lei.
  • Os comentários são a primeira resposta direta às discussões da cúpula ocorrida na semana passada em Pequim entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder chinês Xi Jinping.
  • Trump disse estar considerando novas vendas de armas para Taiwan e afirmou que os EUA não querem incentivar a independência da ilha.
  • Lai afirmou que as pessoas estão muito preocupadas com o conteúdo da reunião, agradeceu o apoio dos EUA à paz e à estabilidade no Estreito de Taiwan e reiterou gratidão pelo acompanhamento contínuo.
  • O líder taiwanês destacou que o país não provocará ou ampliará o conflito, atribuindo a China a fonte da instabilidade regional; não houve resposta imediata da China.

Taiwan não será sacrificada ou negociada e não desistirá do seu modo de vida livre, afirmou o presidente Lai Ching-te em postagem no Facebook neste domingo, destacando que as vendas de armas dos EUA à ilha são um compromisso de segurança previsto pela lei.

Lai respondeu à cúpula realizada na semana passada em Pequim, entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e Xi Jinping, que elevou questionamentos sobre o apoio americano a Taiwan. O resultado foi registrado como preocupação em relação à ilha.

Trump sinalizou que ainda considera vender novas armas a Taiwan e afirmou que os EUA não desejam que alguém incentive a ideia de independência por meio do apoio americano. Lai destacou apreensão pública com o tema.

Lai reiterou que Taiwan não provocará nem ampliará o conflito, mas não abrirá mão da soberania, da dignidade nacional ou do sistema democrático sob pressão. O chefe de Estado afirmou que a China é apontada como fonte de instabilidade na região.

Não houve resposta imediata da China aos comentários de Lai.

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