Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Acordos entre Trump e Xi: quais foram assinados e quais não

EUA e China anunciam criação de conselhos de comércio e investimento para reduzir volatilidade e ampliar cooperação, com compras agrícolas e 200 aeronaves Boeing

Questões sobre tarifas e tecnologia permanecem indefinidas
0:00
Carregando...
0:00
  • EUA e China anunciaram a criação de dois novos conselhos — um de comércio e outro de investimento — para gerenciar seus laços econômicos.
  • A Casa Branca informou que a China compraria pelo menos US$ 17 bilhões por ano em produtos agrícolas dos EUA até 2028 e faria uma compra inicial de 200 aeronaves Boeing.
  • Pequim disse apenas que promoveria a expansão do comércio agrícola e que houve arranjos para a China adquirir aeronaves americanas, sem detalhar os números.
  • As duas partes destacaram o objetivo de reduzir volatilidade e ampliar a cooperação, mas os sinais de avanço em áreas como tecnologia e tarifas permanecem limitados.
  • O Ministério do Comércio da China descreveu o conselho de comércio como fórum para discutir tarifas, controles de importação/exportação e barreiras não tarifárias; o equivalente americano também sinalizou funções semelhantes para o conselho de investimento.

O acordo entre EUA e China, iniciado durante a cúpula entre Donald Trump e Xi Jinping, envolve a criação de dois novos órgãos para gerenciar laços econômicos. O objetivo declarado é reduzir volatilidade e aumentar a cooperação entre as duas maiores economias do mundo, após um ano de tensões comerciais.

A Casa Branca informou que a China concordou em comprar pelo menos US$ 17 bilhões por ano em produtos agrícolas norte-americanos até 2028, além de um compromisso inicial de compra de 200 aeronaves Boeing. Pequim, por sua vez, mencionou apenas arranjos para promover o comércio agrícola e aquisição de aeronaves, sem detalhar os números.

Ambas as partes afirmaram que as negociações buscam ampliar o comércio bilateral, inclusive com reduções mútuas de tarifas em alguns produtos. Os anúncios, porém, são vagos em relação aos detalhes e não estabelecem um avanço contundente nas disputas comerciais históricas.

Conselho de comércio e conselho de investimento

O governo americano informou que será criado um “conselho de comércio” para tratar de tarifas, controles de exportação e barreiras não tarifárias, com foco em bens não sensíveis. Também haverá um “conselho de investimento” para resolver questões entre as duas economias.

Especialistas citados pela comunicação oficial destacaram que os conselhos visam reduzir erros de cálculo e elevar a previsibilidade nas trocas comerciais e de capital. A China ressaltou que os mecanismos servirão para discutir preocupações com tarifas e facilitadores do comércio agrícola.

Contexto e próximos passos

Os anunciados são considerados preliminares e indicam uma forma de gestão de relações econômicas em meio a tensões anteriores. Ainda não há confirmação sobre como as novas estruturas influenciarão temas sensíveis, como tecnologia e cadeia de suprimentos de terras raras.

Pequim indicou que há mais a ser definido pelos negociadores nas próximas semanas. Enquanto isso, as autoridades americanas destacaram um esforço para manter a cooperação estável sem aprofundar demandas tarifárias urgentes.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais