- Trabalhadores de Guzman y Gomez nos Estados Unidos ingressaram com ação coletiva contra a rede, acusando demissão sem aviso prévio ou pagamento adequados após o encerramento das operações no país.
- A ação foi apresentada em um tribunal federal de Illinois e tem como alvo o fechamento imediato das lojas de Chicago na semana passada.
- O processo sustenta que, conforme leis federais e estaduais, havia necessidade de notificação escrita de 60 dias em demissões em massa; solicita pagamento de até 60 dias de salário e benefícios para mais de 500 funcionários.
- A GyG listava oito restaurantes na região de Chicago; o site dos EUA indica agora que todas as unidades foram permanentemente fechadas.
- Dois demandantes eram ex-baristas promovidos a líderes de turno, ganhando $US 21 e $US 23 por hora; a ação afirma que não receberam o aviso nem a compensação exigidos.
O Guzman y Gomez, rede de fast food de origem mexicana ligada à Austrália, enfrenta uma ação coletiva nos EUA após o fechamento de suas lojas no país. Trabalhadores afirmam ter sido demitidos sem pagamento adequado ou aviso prévio, conforme a queixa.
A ação foi protocolada em uma corte federal de Illinois, após o fechamento imediato das lojas de Chicago. A decisão ocorreu na semana passada, segundo a denúncia apresentada pela firma Haseeb Legal, sediada em Chicago.
Segundo a ação, a empresa deveria cumprir aviso prévio de 60 dias, conforme leis federais e estaduais. A expectativa é obter salários e benefícios por até 60 dias para cada empregado atingido, estimado em mais de 500 pessoas, com júri pretendido no julgamento.
No que diz respeito aos envolvidos, a ação cita dois demandantes, ex-baristas promovidos a líderes de turno, com salários de US$ 21 e US$ 23 por hora. Nenhum recebeu o aviso ou a compensação exigidos.
A rede australiana lista oito lojas como parte de sua operação nos EUA, todas na região de Chicago. Atualmente o site de GyG USA informa que todos os restaurantes estão permanentemente fechados.
A defesa da empresa não foi divulgada até o fechamento desta edição. Analistas destacam o mercado americano como desafiador para redes australianas de fast food, com casos anteriores de expansão malsucedida citados na avaliação do setor.
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