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Trump diz acordo com Irã foi em grande parte negociado e Ormuz ficará aberto

Trump afirma acordo quase fechado com Irã e abertura gradual do Estreito de Ormuz; Irã contesta versão e aponta condições de segurança

Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, conversa com jornalistas durante uma reunião de ministros
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  • Trump afirmou que um acordo mais amplo com o Irã foi “em grande parte negociado” e que o Estreito de Ormuz seria reaberto.
  • A agência iraniana Fars contestou a versão, dizendo que Ormuz permanecerá sob controle iraniano; o memorando em discussão pode encerrar hostilidades, reabrir gradualmente o estreito e liberar ativos iranianos no exterior, com pelo menos trinta dias para seguir negociando a questão nuclear.
  • O acordo seria em duas fases: na primeira, o Irã reabriria Ormuz ao status pré-guerra e retomaria venda de combustível e petróleo; na segunda, de trinta a sessenta dias, haveria negociações detalhadas sobre o programa nuclear e outros temas.
  • Reações e contexto: Paquistão atua como mediador; Israel expressa preocupação com um cessar-fogo provisório que não aborde o núcleo nuclear; o ex-secretário de Estado Mike Pompeo criticou o acordo, e senadores republicanos manifestaram cautela.
  • O porta-voz iraniano Baghaei afirmou que prazos de trinta e sessenta dias constam no texto, mas ainda não foi finalizado, e o chefe militar iraniano Ghalibaf disse que o Irã não recuará na defesa de seus direitos.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que um acordo mais amplo com o Irã ficou “em grande parte negociado” e que o Estreito de Ormuz seria reaberto, sinalizando avanços para encerrar o conflito na região. A promessa ocorreu em publicação na Truth Social.

A agência iraniana Fars contestou a versão opposing, dizendo que o Estreito de Ormuz permanecerá sob controle do Irã conforme a proposta mais recente. Segundo fontes próximas às negociações, as versões atuais do memorando apontam para o fim das hostilidades e a reabertura gradual da hidrovia, além da liberação de parte de ativos iranianos bloqueados.

Durante o diálogo, uma primeira fase do acordo manteria o trânsito no Ormuz com garantias de não proliferação nuclear iraniana, além da permissão para retomar a venda de combustível e petróleo. Em até 60 dias, entraria a segunda fase, com detalhes sobre o programa nuclear e outras questões pendentes.

A trégua parcial também seria acompanhada de uma janela de pelo menos 30 dias para concluir pontos remanescentes, incluindo o estoque de urânio de alto grau. O Irã manteria fidelidade aos compromissos de não buscar armas nucleares, segundo fontes.

Países da região e mediadores, entre eles representantes do Paquistão e de estados do Golfo, indicaram que as discussões progrediram de forma positiva. Em Washington, o primeiro-ministro paquistanês ressaltou ganhos diplomáticos com Trump, sem mencionar detalhes do acordo.

Líderes regionais teriam incentivado Trump a avançar nas negociações, com apoio de Netanyahu, que também participou de conversas para avaliar impactos regionais. O premiê israelense planeja uma sessão de segurança para discutir desdobramentos, segundo fontes.

Autoridades americanas reiteraram que ainda não houve anúncio definitivo e que os detalhes finais continuam sendo definidos. Analistas destacam que o processo envolve temas sensíveis, como o programa nuclear iraniano e a atuação de forças regionais aliadas.

O Paquistão, país-chave no papel de mediador, descreveu a conversa com Trump como produtiva e útil para o avanço das tratativas. No Irã, o porta-voz afirmou que o texto prevê prazos de 30 e 60 dias, mas que o memorando ainda não está finalizado.

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