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Sete pessoas presas em caverna no Laos há cinco dias após enchente

Operação internacional de resgate tenta alcançar sete pessoas presas há cinco dias em caverna no Laos; chuva impede acesso e contato

Representante da equipe de resgate da Tailândia na caverno no Laos onde sete pessoas estão presas — Foto: Reprodução/Thailand Rescue Diver
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  • Sete pessoas permanecem presas há cinco dias em uma caverna inundada no norte do Laos, após enchente bloquear a saída.
  • Grupo entrou na caverna na quarta-feira, vinte de maio, em Long Gian, buscando ouro, e ficou isolado pela água alta.
  • Equipes indicam que o grupo pode estar a mais de cento metros da entrada principal; ainda não houve contato direto.
  • Mergulhadores internacionais da Tailândia reforçam as buscas, incluindo integrantes que atuaram no resgate de jovens na Tailândia em 2018.
  • A chuva forte continua dificultando o acesso; bombas já foram usadas para retirar água, mas o avanço foi limitado, e não há confirmação oficial sobre o estado de saúde das vítimas.

Sete pessoas estão presas há cinco dias dentro de uma caverna inundada no norte do Laos. O grupo entrou na quarta-feira, 20 de maio, em Long Gian, região remota. A saída foi isolada por enchente repentina causada pelas fortes chuvas, impedindo o resgate.

Equipes de resgate locais atuam para alcançar as vítimas. O esforço ganhou apoio internacional com mergulhadores da Tailândia, incluindo especialistas que participaram do resgate de jovens em 2018, na Tailândia.

O principal desafio é a chuva contínua, que mantém o nível da água alto e dificulta o acesso ao ponto em que o grupo pode estar. Bombas usadas pela comunidade não conseguiram retirar o volume da água.

Desdobramentos da operação

Imagens divulgadas por equipes tailandesas mostram corredores inundados, visibilidade baixa e trechos estreitos dentro da cavidade. Transportar equipamentos avança com dificuldade devido à correnteza e à água em constante subida.

Até segunda-feira (25), não havia confirmação oficial sobre o estado de saúde dos sete desaparecidos, nem informações sobre contatos diretos com as vítimas. O acompanhamento é feito por autoridades locais.

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