- O presidente Donald Trump pediu “obrigatoriamente” que países do Oriente Médio assinem os Acordos de Abraão, condicionando a adesão à possibilidade de um acordo com o Irã.
- Ele disse ter discutido o tema com líderes da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Paquistão, Turquia, Egito e Bahrein.
- Trump avisou que, se não houver um acordo com o Irã, operações militares seriam retomadas de forma maior e mais forte.
- As negociações com a República Islâmica do Irã estariam progredindo “bem”, com expectativa de acordo que inclua a reabertura do Estreito de Ormuz e levantamento de sanções.
- Fontes oficiais citadas pela matéria apontam que, em etapas, o Irã poderia abrir o estreito e avançar com soluções para o estoque de urânio enriquecido, sob supervisão internacional.
Donald Trump pediu que países do Oriente Médio assinem os Acordos de Abraão como condição para avanços na guerra com o Irã. O presidente americano afirmou que, se houver acordo com Teerã, esses países deveriam se juntar à coalizão. Ameaça retomar ações militares caso o conflito persista.
Segundo o presidente, as negociações com o Irã caminham, mas não há acordo definitivo. Ele mencionou conversas com líderes da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Paquistão, Turquia, Egito e Bahrein. O objetivo seria ampliar a adesão aos Acordos de Abraão, que normalizaram relações com Israel.
Trump destacou que o Irã poderia abrir o Estreito de Ormuz, com o levantamento de sanções e liberação de recursos congelados, em troca de garantias de segurança. Fontes próximas às negociações indicaram que o roteiro prevê etapas para reduzir o estoque de urânio enriquecido sob supervisão internacional.
Contexto dos Acordos de Abraão
Os Acordos de Abraão, assinados entre Israel e alguns países árabes, visam normalizar relações diplomáticas. Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Marrocos e Sudão foram exemplos iniciais, impulsionados pela mediação de Washington.
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