- A Associated Press aponta que pelo menos dez detentos, todos homens, morreram por suicídio desde que Donald Trump voltou à Presidência, em janeiro de 2025.
- Um dos casos citados envolve Brayan Rayo Garzon, detido pelo Serviço de Imigração e Controle de Alfândega dos EUA, que estava no quarto dia de isolamento no Missouri com febre e calafrios por Covid-19.
- A notícia descreve o ritmo dos suicídios em custódia como alarmante, segundo a análise mencionada.
- Em Miami, uma vigília em 24 de maio de 2025 reuniu apoiadores diante do Centro de Detenção de Krome para prestar homenagens às pessoas afetadas pela custódia do ICE e às deportações em massa.
- O relatório destaca a falta de detalhes sobre as condições de detenção e enfatiza a necessidade de mais informações oficiais sobre os casos.
Um levantamento da Associated Press aponta que pelo menos 10 detentos, todos homens, morreram por suicídio desde janeiro de 2025, período em que Donald Trump retornou à Presidência dos EUA. As mortes ocorreram entre pessoas sob custódia do ICE.
Entre os casos está Brayan Rayo Garzon, detido pelo Serviço de Imigração e Controle de Alfândega dos EUA. Ele passava o quarto dia em isolamento em uma prisão no Missouri, apresentando febre e calafrios decorrentes de Covid-19.
A AP descreve o padrão como ritmo alarmante, destacando que as mortes ocorreram em diferentes prisões sob custódia federal. Os registros indicam que as condições de detenção, incluindo períodos de isolamento, têm sido foco do levantamento.
Os casos ganham visibilidade parcial por meio de registros oficiais e relatórios de defesa, que apontam a necessidade de maior transparência e avaliação de políticas de detenção para detidos. Em imagens associadas aos eventos, há vigília em Miami por vítimas sob custódia do ICE.
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