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Sogra de atriz indiana é presa sob suspeita de envolvimento na morte

Sogra da atriz Twisha Sharma é presa na Índia sob suspeita de participação no assassinato, com dote como possível motivação

Sogra de atriz indiana encontrada morta é presa por suspeita do crime
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  • A sogra da atriz indiana Twisha Sharma foi presa pela principal agência de combate ao crime da Índia.
  • A juíza aposentada Giribala Singh teria ajudado o filho, o advogado Samarth Singh, a matar a esposa por questões de dote, segundo a mídia indiana.
  • Twisha Sharma foi encontrada morta em 12 de maio em sua casa, em Bhopal, Madhya Pradesh, apenas cinco meses após o casamento.
  • Os pais da atriz afirmam que a família do noivo passou a cobrar dote logo após o casamento, prática proibida na Índia desde mil novecentos e sessenta e um.
  • A família alega que o marido exigiu que Sharma fizesse aborto e a acusou de traição; a sogra e o marido negam as acusações, dizendo que ela decidiu abortar e tirou a própria vida.

A sogra da atriz indiana Twisha Sharma foi presa pela principal agência de combate ao crime da Índia na quinta-feira, 28 de maio. A prisão ocorre após a descoberta do corpo da atriz, em 12 de maio, em Bhopal, Madhya Pradesh. A investigação aponta possível relação com o dote como motivo do crime.

Twisha Sharma foi encontrada morta em sua residência na cidade de Bhopal, poucos meses após o casamento. A família afirma que a cobrança de dote teria começado logo após o enlace.

A mulher presa é a juíza aposentada Giribala Singh, mãe do marido da atriz, Samarth Singh, que também é apontado pela investigação. Ambos negam as acusações, conforme reporta a imprensa local.

Segundo relatos, a família de Twisha alega que o marido teria pressionado a esposa a abortar e a teria acusado de traição durante a gravidez. A defesa de Sharma sustenta que ela teria tomado a decisão de interromper a gestação e que não houve violência.

A investigação segue sob sigilo, com a CBI avaliando informações para esclarecer as circunstâncias da morte. A defesa do casal afirma que a vítima agiu de forma voluntária, sem envolvimento de terceiros.

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