- Flávio Bolsonaro enviou uma carta ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, pedindo que não sejam impostas tarifas ao Brasil.
- O senador agradece a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos EUA.
- Na carta, ele cita preocupação com a Seção 301 da Lei de Comércio, que abriu procedimento para possível retaliação comercial contra o Brasil.
- O documento destaca deterioração fiscal e econômica brasileira: dívida pública acima de 80% do PIB, em torno de R$ 10,4 trilhões em abril, com projeção de 83,7% ao fim do ano; inadimplência de 81,7 milhões de brasileiros; recorde de recuperações judiciais (2.466 empresas em 2025) e 8,7 milhões de contribuintes corporativos inadimplentes no início de 2026.
- Flávio afirma que está confiante na vitória nas eleições de outubro e afirma que, se eleito, colocará a equipe de transição à disposição para negociar um amplo acordo de comércio e investimentos entre Brasil e Estados Unidos.
Flávio Bolsonaro enviou nesta terça-feira uma carta ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, pedindo que não haja tarifas comerciais ao Brasil. O documento também agradece a decisão de classificar PCC e CV como organizações terroristas.
O senador (PL-RJ) afirma que a medida contra as facções foi recebida por grande parte da população, mas não agradou ao governo federal. A carta aborda ainda relações comerciais e a Seção 301, que pode levar a medidas adicionais.
Além disso, o parlamentar expressa preocupação com a situação econômica brasileira e cita indicadores como alta dívida pública, inadimplência elevada e um volume recorde de recuperações judiciais.
Investigações comerciais e organizações terroristas
Flávio destaca que, apesar de não ter sido aplicada nenhuma tarifa até o momento, a Seção 301 abriu procedimento de consulta pública com prazo para julho. O objetivo é evitar medidas que agravem a economia brasileira.
O senador também menciona que o Brasil enfrenta adversidades fiscais, com dívida superior a 80% do PIB, e aponta impactos para cidadãos, empresas e famílias diante de juros elevados e inadimplência recorde.
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