- O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que as conversas com o Irã têm ocorrido de forma contínua e que relatos de interrupção nos últimos dias são falsos.
- Trump disse, em sua platforma Truth Social, que as negociações teriam ocorrido diariamente, incluindo ontem e hoje, e pediu que o Irã feche um acordo em algum momento.
- A fala do presidente veio após a agência iraniana Fars dizer que a última mensagem de Teerã a Washington tratou do Líbano, sugerindo que o diálogo estaria interrompido.
- Negociadores iranianos já haviam indicado que um acordo com os EUA deveria incluir o fim da ofensiva militar israelense no Líbano.
- O cessar-fogo entre EUA e Irã, vigente desde oito de abril, voltou a enfrentar tensão recente, com ataques e incidentes no Golfo Pérsico e no Líbano.
Donald Trump desmentiu nesta terça-feira informações de que as conversas entre Estados Unidos e Irã teriam parado há dias. O presidente afirmou que o diálogo permanece contínuo e que as negociações teriam ocorrido até hoje.
A declaração foi dada após relatos de fontes iranianas de que o intercâmbio de mensagens estaria interrompido há alguns dias. Segundo a agência semioficial Fars, a última mensagem de Teerã a Washington tratou do Líbano.
De acordo com Trump, as conversas seguem ininterruptas, incluindo os últimos dias. Ele mencionou pela Truth Social que o Irã e os EUA discutem um possível acordo há 47 anos, destacando que a maior parte do tempo não houve progresso.
A fé de que um acordo entre os dois países seria possível voltou a ganhar forma na semana passada, quando ficou evidente um otimismo inicial. O tema era a possibilidade de pôr fim à guerra, com foco no Líbano.
As negociações tiveram novo compasso após o presidente israelense e representantes do Hezbollah discutirem a suspensão de ataques no Líbano. Netanyahu anunciou retirada de planos de ofensiva em Beirute, mantendo ações no sul.
O cessar-fogo entre EUA e Irã, aplicado desde 8 de abril, voltou a enfrentar tensões recentes. Houve relatos de ataques e de navios atingidos por drones e mísseis no Golfo Pérsico, elevando a pressão sobre as negociações.
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