- Na quarta-feira, três de junho, os EUA bombardearam uma embarcação no Oceano Pacífico, deixando dois homens mortos.
- O Comando Sul dos Estados Unidos informou que os ocupantes seriam suspeitos de envolvimento com narcotráfico e terrorismo.
- A inteligência identificou o barco em uma rota supostamente usada para o transporte de drogas; não há provas apresentadas de ligações dos tripulantes.
- A operação foi conduzida pela força-tarefa Southern Spear, sob ordens do comandante do Southcom, general Francis L. Donovan, e nenhum militar americano ficou ferido.
- Segundo o governo norte-americano, já foram mais de cinquenta barcos bombardeados na região do Caribe e Pacífico em uma campanha contra o tráfico de drogas.
O Exército dos Estados Unidos bombardeou uma embarcação no Oceano Pacífico nesta quarta-feira (3/6), resultando na morte de dois homens. A ação foi realizada pela força-tarefa Southern Spear, sob comando do Comando Sul dos EUA (Southcom).
Segundo o Southcom, os ocupantes da embarcação eram suspeitos de envolvimento com narcotráfico e terrorismo. A identificação ocorreu após inteligência norte-americana indicar que o barco seguia uma rota associada ao transporte de drogas.
O objetivo, segundo o comando, foi neutralizar uma ameaça identificada em alto-mar. Não houve feridos entre militares dos EUA, e a operação foi conduzida com apoio da liderança do Southcom, sob o comando do general Francis L. Donovan.
Mais de 50 embarcações teriam sido atacadas pela atuação militar norte-americana na região do Caribe e Pacífico, segundo informações do governo. O conjunto de ações faz parte de uma campanha contra o tráfico de drogas na zona, segundo autoridades dos EUA.
Detalhes da operação
A ação segue padrões de operações anteriores anunciadas pelo governo dos Estados Unidos. As autoridades não apresentaram evidências públicas de ligações diretas entre os tripulantes e redes de narcotráfico. O impacto imediato divulgado, até o momento, é a morte de dois suspeitos e a ausência de feridos entre militares.
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