- O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, disse que o chefe do Escritório do Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, mostrou disposição de continuar o diálogo sobre tarifas com o Brasil.
- O encontro ocorreu em Paris, durante a reunião da OCDE, um dia após a divulgação de relatório do USTR sugerindo tarifa de 25% sobre o Brasil.
- Outro relatório recomenda tarifas de 10% ou 12,5% sobre um grupo de 60 parceiros comerciais dos EUA por tolerância a trabalhos forçados, e o Brasil aparece na lista.
- Vieira afirmou que o Brasil se mostrou disposto a negociar desde o início das questões tributárias, com histórico de conversas bilaterais e foco também no combate ao crime organizado.
- O tema foi citado em reuniões anteriores entre o presidente Lula e o presidente dos EUA, Donald Trump.
Mauro Vieira, chanceler brasileiro, informou que Jamieson Greer, chefe do USTR dos EUA, sinalizou interesse em manter o diálogo sobre tarifas aplicáveis a produtos brasileiros. O diálogo ocorreu em Paris, durante a reunião da OCDE.
Segundo Vieira, Greer afirmou estar em boas conversas com o Brasil e destacou a importância de manter negociações, principalmente após a divulgação de relatórios sobre a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. O objetivo é aprofundar as discussões sobre tarifas.
A conversa aconteceu um dia após a divulgação de um relatório do USTR sugerindo a imposição de uma tarifa de 25% sobre o Brasil. Também há referência a recomendações de tarifas entre 10% e 12,5% para outros parceiros, por questões ligadas ao trabalho escravo.
O chanceler ressaltou que o Brasil já demonstrou disposição para negociar desde o início, mantendo um histórico de reuniões bilaterais. Além de questões comerciais, os temas também incluem cooperação no combate ao crime organizado.
Essa pauta foi mencionada por Lula da Silva em encontros recentes com o presidente dos EUA, Donald Trump, conforme relato de Vieira.
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