- Trump afirmou que negociações com o Irã estão na fase final e que o acordo poderia sair em dois ou três dias; ainda é pouco claro quanto foi avançado.
- Em Teerã, o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, disse que o país não abandonou as negociações com os EUA para encerrar o conflito no Oriente Médio.
- O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, publicou que as negociações estavam próximas de um acordo, pedindo moderação e continuidade da diplomacia.
- O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que as declarações de Trump contradizem pontos já negociados e que Washington não busca cessar-fogo nem diálogo.
- O cessar-fogo entre Israel e Irã permaneceu frágil, com Israel mantendo operações contra o Hezbollah no Líbano; ao menos oito pessoas morreram em bombardeios, e o Irã prometeu retaliação.
Donald Trump afirmou na segunda-feira (8) que as negociações com o Irã estão em fase final e que um acordo poderia ser alcançado em dois ou três dias. Ele disse que as conversas seguem em ritmo acelerado, sem indicar quanto já foi efetivamente avançado.
Pelo Irã, o presidente do Parlamento e principal negociador, Mohammad Bagher Ghalibaf, questionou o tom de Trump e afirmou que declarações recentes contradizem pontos já acertados, sugerindo que Washington não busca cessar-fogo nem diálogo.
O Irã também destacou que não abandonou as negociações para encerrar o conflito no Oriente Médio, mesmo com ataques entre Israel e Irã. A afirmação foi feita por Masoud Pezeshkian, que reiterou o envolvimento persistente nas conversas.
O Paquistão, mediador das negociações, afirmou por meio de seu primeiro-ministro, Shehbaz Sharif, que as partes devem manter a moderação e buscar a paz. A publicação ocorreu na rede social X, destacando o progresso como promissor.
Nesta terça-feira, um cessar-fogo frágil entre Israel e Irã continuou a suspender hostilidades desde o domingo, após apelos de Trump para interromper ataques que poderiam atrapalhar o acordo.
Israel manteve operações contra o Hezbollah, aliado do Irã, em Tiro, no sul do Líbano. Autoridades de saúde libanesas informaram oito mortes causadas pelos bombardeios, elevando a tensão na região.
O Irã insiste que qualquer acordo com os EUA inclua todas as frentes de luta, incluindo o Líbano, enquanto EUA e Israel tentam negociar questões de forma mais segmentada para facilitar um acordo regional.
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