- Marcela Porto, conhecida como Mulher Abacaxi, vive em Belfast e diz que não consegue voltar para casa devido a protestos violentos contra imigrantes.
- Os conflitos começaram após o esfaqueamento de um irlandês por um imigrante sudanês, no dia 8.
- A caminhoneira está abrigada na casa de uma amiga e não pretende retornar à residência por enquanto.
- Ela afirma que estrangeiros devem permanecer em locais seguros e que brasileiros são orientados a não sair às ruas.
- Segundo Marcela, há ataques a imóveis e incêndios; a região está considerada muito perigosa.
Marcela Porto, conhecida como Mulher Abacaxi, reside no Reino Unido e atua como caminhoneira. Nesta quarta-feira (10/6), ela relatou em Belfast, Irlanda do Norte, que não consegue retornar à casa após uma onda de protests violentos contra imigrantes.
Segundo Marcela, haveria várias manifestações nas ruas da capital norte-irlandesa. Ela afirmou que imigrantes estariam sendo alvo de ataques e de incêndios em regiões da cidade, gerando sensação de insegurança entre residentes estrangeiros.
A caminhoneira relatou que permanece abrigada na casa de uma amiga. Ela não pretende retornar à residência em Belfast nos próximos dias devido ao risco de novas agressões e a possibilidade de invasões a imóveis.
Marcela descreveu que a violência iniciou após o esfaqueamento de um irlandês por um imigrante sudanês, ocorrido no dia 8. Acontecimento que teria desencadeado ataques contra estrangeiros e a disseminação do medo entre imigrantes.
Em Belfast, as orientações oficiais recomendam que estrangeiros permaneçam em locais protegidos e evitem sair às ruas, sobretudo à noite, para reduzir o risco de confrontos e incidentes.
A situação teve forte repercussão entre a comunidade imigrante, com relatos de moradores que buscam abrigo temporário e apoio de redes de solidariedade locais. Autoridades locais ainda não divulgaram números oficiais dos incidentes.
Contexto e desdobramentos
- A tensão envolve refugiados e imigrantes na cidade, com repercussões para a vida cotidiana, comércio e serviços públicos.
- A onda de violência teria motivação relacionada ao caso de esfaqueamento, segundo relatos de moradores de Belfast.
- Equipes de segurança destacaram que ações criminosas voltaram a ocorrer em áreas residenciais, com registro de incêndios em propriedades de estrangeiros.
*Uma ferramenta de IA foi utilizada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.*
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