- O presidente Donald Trump afirmou: “eu amo a inflação” ao comentar a inflação de 4,2% nos 12 meses encerrados em maio.
- Ele disse que os EUA realizaram uma missão secreta para liberar a passagem de petroleiros pelo Estreito de Ormuz, que está bloqueado pelo Irã, o que elevou preços de gasolina, fertilizantes e outros produtos.
- Segundo Trump, a missão permitiu o transporte de mais de 100 milhões de barris de petróleo e a passagem de mais de 200 navios comerciais pelo estreito.
- O anúncio ocorre após a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) de maio, indicador utilizado pelo banco central americano para decisões sobre juros.
- Trump afirmou que, quando tudo isso terminar, o preço do petróleo cairá para o nível anterior, e comentou que defende cortes de juros desde que voltou ao poder, em 2025.
O presidente dos Estados Unidos abordou os dados de inflação divulgado nesta quarta-feira (10). O CPI mostrou alta de 4,2% nos 12 meses encerrados em maio, marcada como a maior desde abril de 2023. A alta emerge em meio a debates sobre a política econômica e o desempenho de aliados do seu partido nas próximas eleições.
Trump afirmou, ao ser questionado sobre o efeito da inflação no desempenho de seus aliados, que aprecia o cenário atual de preço alto. Em seguida, citou uma suposta missão secreta envolvendo o Estreito de Ormuz, afirmando ter autorizado a passagem de petroleiros pelo canal, que estaria bloqueado pelo Irã.
Segundo relatos do antigo presidente, a operação teria permitido a movimentação de mais de 100 milhões de barris de petróleo e a passagem de mais de 200 navios comerciais pelo estreito. Ele disse ainda que, com o fim da intervenção, o petróleo deve recuar aos níveis anteriores.
Inflação nos EUA
O CPI de maio é usado como referência por autoridades do Fed ao definir políticas de juros. A leitura alimenta discussões sobre o ritmo de cortes na taxa básica, que têm sido defendidos por Trump desde seu retorno ao poder em 2025.
Reação e contexto
A divulgação da inflação ocorre num momento de desdobramentos econômicos, com analistas destacando que pressões de preço podem influenciar decisões do Fed. A oposição e outros partidos também acompanham o debate sobre o impacto eleitoral de tais leituras.
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