- O matemático russo Mikhail Verbitskiy, do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), foi preso em 11 de junho de 2026 no Aeroporto Internacional de Zvartnots, em Yerevan, Armênia.
- O IMPA informou que a prisão ocorreu a pedido da Rússia e tem motivação política, com base numa lista de procurados do país.
- De acordo com Current Time TV, Verbitskiy havia sido incluído em janeiro de 2025 no registro russo de “terroristas e extremistas” pelo Rosfinmonitoring, e o Ministério do Interior da Rússia o havia colocado na lista de procurados.
- As acusações envolvem terrorismo e eventuais críticas às Forças Armadas russas; o IMPA pediu a liberação imediata do pesquisador.
- Verbitskiy faz parte do corpo docente do IMPA desde 2017 e é reconhecido por contribuições à geometria complexa e às variedades hiperkähler.
O pesquisador russo Mikhail Verbitskiy, do IMPA, foi preso no dia 11 de junho de 2026, no Aeroporto Internacional de Zvartnots, em Yerevan, Armênia. A detenção ocorreu a pedido da Rússia e, segundo o instituto, tem motivação política.
Verbitskiy integra o corpo docente do IMPA desde 2017 e é reconhecido na área de geometria complexa e variedades hiperkähler. O caso envolve acusações ligadas a terrorismo e críticas às Forças Armadas russas, conforme informações do IMPA.
O IMPA afirmou ter pedido a liberação imediata do pesquisador, demonstrando profunda preocupação com a prisão. A situação envolve registros russos que, em 2025, o colocaram como procurado e incluíram Verbitskiy em listas de extremismo, segundo a imprensa.
Contexto e desdobramentos
De acordo com Current Time TV, a inclusão em listas russas decorre de um caso criminal seguido pela classificação de terrorismos. O IMPA destacou que Verbitskiy desempenha papel vital na formação de cientistas no Brasil e na pesquisa matemática de excelência.
O instituto reforçou a importância do livre exercício do pensamento e a segurança de seus pesquisadores como pilares do avanço da ciência global. A prisão ganhou repercussão internacional e exige acompanhamento das autoridades armênias.
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