- FBI e Serviço Secreto acusam Tycen Proper, de 19 anos, e outros de discutir ataque durante o UFC na Casa Branca, incluindo uso de drones e um atirador; a mãe de Proper ligou para a polícia em 10 de junho preocupado com o filho.
- A denúncia aponta planos de reconhecimento de locais, alvos de alto valor e possíveis ataques com drones explosivos e atiradores de elite, além de menções a parlamentares pró-Israel.
- O grupo, chamado Vanguard of the Old, reunia 19 pessoas no chat principal e discutia estratégias para destruir ou reformar o governo, com menções a fuga pelo rio Potomac.
- Cinco suspeitos foram presos nos Estados Unidos (Califórnia, Nebraska e Missouri); Proper foi levado a hospital local por apresentarem ideação homicida, e foram apreendidas armas e equipamento na residência dele.
- O caso é resultado de parceria entre FBI e Serviço Secreto; autoridades criticaram divulgação precoce de informações pelo FBI e o inquérito continua em andamento.
O FBI afirma que o suposto invasor de 19 anos ligado ao UFC buscava usar drones para causar pânico durante o evento na Casa Branca. A denúncia aponta que a mãe do suspeito alertou a polícia em junho, após notar conduta suspeita, incluindo compra de armas e contatos com um grupo radical na internet.
A investigação conjunta do FBI e do Serviço Secreto revelou mensagens em que os conspiradores discutiam planos de ataque ao evento de luta, com menção a reconhecimento de locais na região da Casa Branca e a uso de drones com potencial explosivo. Cinco pessoas foram acusadas na terça-feira.
Tycen Proper, 19 anos, é um dos investigados. Segundo as acusações, a mãe dele acionou a polícia por acreditar que o filho iria se encontrar com os demais membros do grupo perto da luta. O pai também relatou que Proper teria acumulado armas e itens táticos com dinheiro da formatura.
De acordo com a denúncia, o grupo defendia ideologias extremistas e planejava aumentar o pânico para pressionar mudanças políticas. Messages com direcionamento a alvos específicos, incluindo parlamentares pró-Israel, aparecem entre as conversas apreendidas.
Proper foi levado a um hospital local à noite, sob a justificativa de ideação homicida. A polícia também encontrou provas de planejamento de ataques envolvendo drones, tiros de elite e rotas de fuga, com locais sinalizados em mapas.
Os autos indicam que outros investigados estavam em diferentes estados, incluindo Califórnia, Nebraska e Missouri. Dois suspeitos foram presos na Califórnia, e outros dois em Nebraska e no Missouri, todos acusados de conspiração para homicídio e para cometer crimes contra os EUA.
Segundo depoimento escrito de um agente, Proper admitiu o planejamento de ataque à Casa Branca durante a luta do UFC. Mensagens revelam intenções de usar drones com dispositivos explosivos para atingir alvos de alto valor, incluindo políticos.
O Serviço Secreto informou que a investigação segue ativa e sem conclusão, com suspeitos ainda foragidos. Em meio à operação, a segurança do evento foi reforçada pela equipe federal, pela polícia local e por equipes de proteção da Casa Branca.
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