- Israel manterá tropas na “zona de segurança” no sul do Líbano, mesmo com o cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah e mediação dos Estados Unidos e do Catar.
- Em resposta à emboscada que matou quatro soldados israelenses, o Exército afirmou ter realizado mais de 150 ataques contra o Hezbollah, incluindo alvos no Vale do Bekaa e Nabatieh.
- O Hezbollah é apontado pela defesa israelense como responsável pela morte dos soldados, após suposto ataque a um tanque perto de Kfar Tebnit.
- O presidente do Líbano, Joseph Aoun, condenou os ataques e disse que eles dificultam os esforços para encerrar os combates no país.
- O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, informou que a operação mira dezenas de terroristas do Hezbollah e reiterou que as tropas permanecerão na zona de segurança, com resposta a qualquer violação do cessar-fogo.
O governo de Israel informou que continuará posicionando tropas na zona de segurança criada no sul do Líbano, mesmo após o anúncio de cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah. A decisão ocorre em meio a ataques recentes contra o território libanês.
Autoridades israelenses afirmaram que, desde a morte de quatro soldados em uma emboscada do Hezbollah, foram efetuados mais de 150 ataques na região. O Exército afirmou que a ofensiva veio como resposta direta ao ataque que atingiu um tanque próximo a Kfar Tebnit.
O presidente do Líbano, Joseph Aoun, condenou os ataques, ressaltando que a ação agrava os esforços para encerrar os combates no país. O governo libanês já manifestou preocupação com a escalada.
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, informou que as forças atingiram mais de 80 alvos do Hezbollah, com dezenas de militantes mortos. Ele identificou redundâncias de ações no Vale do Bekaa, no norte, e Nabatieh, no sul.
Katz confirmou que o Exército continuará na zona de segurança no sul do Líbano e afirmou que qualquer violação do cessar-fogo será respondida com força. A posição mantém a presença militar israelense na região.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu defendeu os ataques, afirmando que Israel não tolera ataques contra seus soldados ou território e cobrará um preço alto do Hezbollah. A postura reforça a linha de retaliação anunciada pelo governo.
ZONA DE SEGURANÇA E CONTINUIDADE DAS OPERAÇÕES
A trégua entre Israel e Hezbollah foi mediada pelos Estados Unidos e pelo Catar. Segundo a Reuters, um alto funcionário americano informou que as partes chegaram a um novo entendimento para conter a escalada, sem remoção imediata de tropas.
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