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Milei nomeia ministro do Interior como novo chefe de gabinete

Milei nomeia Diego Santilli para chefiar o gabinete; substitui Manuel Adorni, sob investigação por suposto enriquecimento, em meio a queda de popularidade

Presidente da Argentina, Javier Milei
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  • O presidente da Argentina, Javier Milei, nomeou Diego Santilli, ministro do Interior, como novo chefe de gabinete.
  • Santilli assume o cargo na terça-feira (30), substituindo Manuel Adorni, que renunciou após denúncias de corrupção.
  • Adorni está sob investigação por suposto enriquecimento ilícito, além de críticas por viagens pessoais com a família.
  • Santilli é contador, filiado ao PRO, e já atuou como vice-chefe de governo de Buenos Aires, deputado, senador e ministro da Segurança da capital.
  • Santilli afirmou que dará tudo de si para que o governo avance nas reformas estruturais que a Argentina precisa.

Javier Milei nomeou Diego Santilli, atual ministro do Interior, como novo chefe de gabinete da Argentina. A escolha ocorre após a renúncia de Manuel Adorni, anunciada no sábado (27), em meio a acusações de corrupção. Santilli deve assumir o cargo na terça-feira (30).

A nomeação amplia o eixo de comando do governo em um momento de queda de popularidade de Milei, com críticas sobre alegações de corrupção e desentendimentos internos no gabinete. Santilli tem histórico político no PRO, partido de centro-direita.

Santilli já atuou como vice-chefe de governo de Buenos Aires, deputado, senador e ministro da Segurança da capital. A nomeação foi divulgada neste domingo (28) por meio de comunicado oficial do governo argentino.

Contexto

Adorni deixa o cargo após apresentar a renúncia e passar a ser alvo de investigações por suposto enriquecimento ilícito. O chefe de gabinete enfrentou críticas por viagens pessoais com a família, incluindo férias em Aruba e voos de jato para o Uruguai, segundo relatos da imprensa.

O governo afirma que Adorni construiu patrimônio antes de ingressar no governo e que as viagens foram custeadas com recursos próprios. A mudança ocorre em meio a etapas de reformas estruturais defendidas pelo governo, que buscam manter o andamento de diversos programas.

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