- Petro antecipa a despedida do governo para 20 de julho, dia da independência da Colômbia.
- O fim oficial do mandato é em sete de agosto; o presidente não informou se concluíra o mandato até a posse do próximo líder.
- Petro pediu que, após o desfile, haja a despedida como chefe de Estado em praças públicas; afirmou que não fará nos dias seis ou sete de agosto.
- Iván Cepeda, candidato governista, foi derrotado por Abelardo de la Espriella; Cepeda chegou a contestar a contagem, alegando divergência de cerca de oitocentos mil votos.
- A Registraduría Nacional informou noventa e nove vírgula novecentos e noventa e sete por cento de coincidência; Cepeda reconheceu a vitória três dias depois e prometeu oposição democrática e construtiva.
Gustavo Petro antecipou, neste domingo, a despedida do governo da Colômbia para o dia 20 de julho, data que marca a independência do país. O anúncio foi feito pelo presidente via X, explicando que fará a sua comunicação oficial aos cidadãos nessa data e não em 6 ou 7 de agosto, conforme havia sido cogitado.
Segundo a publicação, o discurso ocorrerá após o desfile cívico e acontecerá em praças públicas de toda a Colômbia. A decisão de encerrar o ciclo no dia 20 de julho permanece sem confirmação sobre a continuidade do mandato até a posse do próximo governante.
Iván Cepeda, candidato apoiado por Petro, foi derrotado na eleição pelo advogado Abelardo de la Espriella, segundo informações de apuração. A vitória de Espriella ocorreu por aproximadamente 250 mil votos, após a contagem com 99,997% de coincidência com os resultados preliminares anunciados pela Registradoria Nacional.
Cepeda reconheceu publicamente a derrota três dias depois de o órgão eleitoral registrar o avanço da apuração. Em comunicado, o jovem senador afirmou que a esquerda manterá uma oposição democrática e construtiva ao próximo governo, sem detalhar estratégias.
Petro divulgou, ainda, uma mensagem com o tom de mobilização: o dia 20 de julho seria utilizado para defender reformas sociais e a continuidade de políticas de inclusão. O líder pediu participação popular nas atividades do dia, destacando a participação de bairros como Bosa e Ciudad Bolívar, em Bogotá, como parte do evento nacional.
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