- O ministro André Mendonça antecipou seu voto no STF e acompanhou a divergência aberta por Luiz Fux sobre o modelo de eleição para o governo do Rio de Janeiro.
- A manifestação ocorreu após o ministro Flávio Dino pedir vista e suspender a análise.
- Mendonça defende eleições indiretas, a serem conduzidas pela Assembleia Legislativa do estado (Alerj).
- Ele afirmou que não há previsão constitucional nem legal para prolongar a dupla vacância até as eleições de outubro.
- Para Mendonça, a linha de sucessão está prevista na Constituição do Rio de Janeiro, em simetria com a Constituição Federal.
O ministro André Mendonça antecipou seu voto nesta quinta-feira (9) e acompanhou a divergência aberta por Luiz Fux no STF sobre o modelo de eleição para o governo do Rio de Janeiro. O tema foi discutido no julgamento que analisa as regras de disputa estadual.
A defesa de Mendonça é pela realização de eleições indiretas, a serem conduzidas pela Alerj (Assembleia Legislativa do estado). Ele votou mesmo após o ministro Flávio Dino pedir vista e suspender a análise.
Segundo o ministro, não há previsão constitucional ou legal para prolongar a situação de dupla vacância até as eleições ordinárias de outubro. Afirmou que a linha sucessória deve seguir a Constituição Estadual, em simetria com a federal.
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