Os advogados de Monique Medeiros, detida preventivamente pela morte de seu filho, Henry Borel, de quatro anos, informaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) que ela foi alvo de um “atentado” no presídio feminino Talavera Bruce, no Rio de Janeiro. A defesa reforçou o pedido de habeas corpus após um incidente em que Monique foi agredida […]
Os advogados de Monique Medeiros, detida preventivamente pela morte de seu filho, Henry Borel, de quatro anos, informaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) que ela foi alvo de um “atentado” no presídio feminino Talavera Bruce, no Rio de Janeiro. A defesa reforçou o pedido de habeas corpus após um incidente em que Monique foi agredida por outra detenta com uma lâmina, conforme relato protocolado no dia 23 de janeiro ao ministro Gilmar Mendes, relator do caso.
Os advogados apresentaram um laudo de exame de corpo de delito que descreve uma escoriação de 4 cm com hematoma subjacente e cinco escoriações de 10 cm na região torácica. As petições ao STF pedem que o ministro comunique à Justiça do Rio que a reavaliação do habeas corpus não desrespeitará a determinação do Supremo, que revogou a liberdade de Monique em julho de 2023, restabelecendo sua prisão preventiva.
Na última sexta-feira, 24 de janeiro, a defesa anexou uma fotografia da blusa que Monique usava durante o incidente, onde são visíveis manchas de sangue na altura do peito. Em um termo de declaração prestado no presídio, Monique afirmou que a agressão ocorreu em dezembro. A defesa argumenta que sua transferência para o Talavera Bruce foi motivada por ameaças recebidas em outras unidades prisionais.
Monique Medeiros aguarda o julgamento definitivo pelo Tribunal do Júri no Rio de Janeiro. A situação levanta preocupações sobre a segurança da professora dentro do sistema prisional e a necessidade de medidas adequadas para garantir sua integridade física enquanto se aguarda o desfecho do caso.
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