Carlos Portinho, líder do Partido Liberal (PL) no Senado, criticou o senador Marcos Pontes por sua candidatura à presidência da Casa, afirmando que “ninguém vai à lua sozinho”. A declaração foi feita durante uma entrevista, onde Portinho destacou que Davi Alcolumbre, apoiado por diversos parlamentares, incluindo do PL, é o candidato preferido. Ele ressaltou que, […]
Carlos Portinho, líder do Partido Liberal (PL) no Senado, criticou o senador Marcos Pontes por sua candidatura à presidência da Casa, afirmando que “ninguém vai à lua sozinho”. A declaração foi feita durante uma entrevista, onde Portinho destacou que Davi Alcolumbre, apoiado por diversos parlamentares, incluindo do PL, é o candidato preferido. Ele ressaltou que, apesar de Pontes ter o direito de se candidatar, as consequências de sua decisão são de sua responsabilidade.
Marcos Pontes, por sua vez, declarou que se inspirou na “atitude corajosa” de Jair Bolsonaro, que concorreu à presidência da Câmara em situações semelhantes. Em seu discurso, Pontes enfatizou a necessidade de mudanças no Brasil e mencionou a luta por impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e a anistia aos condenados pelos eventos de 8 de janeiro. Ele se posicionou como um defensor das demandas populares, apesar do isolamento no plenário.
A situação de Pontes se agrava, pois ele tem ignorado os apelos de colegas do PL para desistir de sua candidatura. Sentado na última fileira do plenário, o senador não interagiu com outros parlamentares e ouviu em silêncio as críticas de Portinho, que reforçou a união do partido em torno da candidatura de Alcolumbre. O clima no Senado foi de risadas entre senadores e assessores durante a fala de Portinho.
A candidatura de Pontes gerou divisões dentro do PL, onde ele é visto como um traidor por Bolsonaro, que o apoiou em sua eleição como senador. A tensão entre os dois políticos reflete a complexidade das alianças no Senado e a busca por apoio em um cenário político polarizado.
Entre na conversa da comunidade