Gusttavo Lima, 35 anos, foi apontado como o principal adversário de Lula nas eleições presidenciais de 2026, segundo pesquisa do Instituto Quaest divulgada em 3 de fevereiro. O cantor expressou surpresa com os resultados, destacando que o Brasil possui muitos nomes respeitáveis. Em um vídeo no Instagram, ele agradeceu aos seguidores e reafirmou seu compromisso […]
Gusttavo Lima, 35 anos, foi apontado como o principal adversário de Lula nas eleições presidenciais de 2026, segundo pesquisa do Instituto Quaest divulgada em 3 de fevereiro. O cantor expressou surpresa com os resultados, destacando que o Brasil possui muitos nomes respeitáveis. Em um vídeo no Instagram, ele agradeceu aos seguidores e reafirmou seu compromisso com o país, afirmando que sua história política está apenas começando. Na pesquisa, Lula lidera com 41% das intenções de voto, enquanto Lima aparece com 35%.
A pesquisa também revelou que, apesar da impopularidade de Lula, ele continua competitivo nas urnas. O levantamento, que incluiu 4.500 entrevistas entre 23 e 26 de janeiro, mostrou que o presidente ainda é o político mais conhecido no Brasil, com 95% de reconhecimento. Contudo, a rejeição ao petista é alta, alcançando 49%. A pesquisa gerou críticas entre opositores, que questionaram a ausência de Jair Bolsonaro e Michelle Bolsonaro nos cenários, o que poderia favorecer Lula.
O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, comentou a candidatura de Lima, afirmando que deve ser levada a sério. Ele também defendeu a reeleição de Lula, que, segundo Padilha, chegará forte e saudável para 2026. A pesquisa mostrou que, em um cenário com múltiplos candidatos, Lula atinge 30% das intenções de voto, enquanto Lima aparece com 12%, empatando com outros candidatos de direita.
Os dados da Quaest indicam que a oposição enfrenta desafios significativos, com a fragmentação de candidaturas e a inelegibilidade de Bolsonaro. A pesquisa sugere que, mesmo com a queda na popularidade de Lula, ele continua a ser o candidato mais forte, enquanto a oposição ainda não conseguiu se organizar de forma eficaz para apresentar um candidato viável. A pesquisa foi realizada com margem de erro de 1 ponto percentual e 95% de confiança.
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