O ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou, em 18 de fevereiro de 2024, que não tem “nenhuma preocupação” com uma possível denúncia criminal que pode ser apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a tentativa de golpe de estado após sua derrota nas eleições de 2022. Durante uma visita ao Senado, ele declarou: “Zero” preocupações com as […]
O ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou, em 18 de fevereiro de 2024, que não tem “nenhuma preocupação” com uma possível denúncia criminal que pode ser apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a tentativa de golpe de estado após sua derrota nas eleições de 2022. Durante uma visita ao Senado, ele declarou: “Zero” preocupações com as acusações. Bolsonaro também mencionou que já teria votos suficientes na Câmara para aprovar um projeto de lei de anistia, que beneficiaria radicais condenados por invadir as sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, está analisando três inquéritos que envolvem Bolsonaro, incluindo o da tentativa de golpe e o das joias sauditas. A expectativa é que a denúncia sobre a tentativa de atentar contra o estado democrático de direito seja apresentada em fevereiro. Enquanto isso, parlamentares bolsonaristas tentam pautar a anistia, com Bolsonaro afirmando que “na Câmara já tem quórum para aprovar a anistia”.
O ministro do STF, Luís Roberto Barroso, comentou que não se preocupará com uma eventual anistia neste momento, ressaltando que o Congresso é o local apropriado para debater o tema. O projeto de lei que prevê o perdão a presos e investigados pelos atos de 8 de janeiro ainda não foi formalmente instalado na comissão especial da Câmara, mas a ala bolsonarista continua mobilizada, organizando manifestações e pressionando por sua aprovação.
Em um almoço com senadores de oposição, Bolsonaro negou que a anistia o beneficie diretamente, afirmando que a proposta que reverteria sua inelegibilidade é a da redução da punição da Lei da Ficha Limpa. Ele acredita que a anistia é uma prioridade e que já conta com apoio suficiente na Câmara. Além disso, convocou apoiadores para uma manifestação em Copacabana, programada para 16 de março, com pautas como “liberdade de expressão, segurança, custo de vida, fora Lula 2026 e anistia já”.
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