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Carlos Bolsonaro se emociona ao relembrar disputa eleitoral contra a mãe

- Carlos Bolsonaro emocionou-se ao relembrar sua primeira candidatura no PL. - Ele destacou a disputa política com sua mãe, Rogéria Nantes, em 2000. - Carlos mencionou a investigação do FBI durante o nascimento de sua filha nos EUA. - O vereador fez uma tatuagem com o rosto do pai, simbolizando sua admiração. - Ele criticou a narrativa sobre a desconfiança de Jair Bolsonaro nas urnas eletrônicas.

O vereador Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, emocionou-se durante um seminário do PL em Brasília, realizado nesta sexta-feira. O evento, que contou com a presença de seu pai, trouxe à tona a disputa política que Carlos enfrentou aos 17 anos contra sua mãe, Rogéria Nantes, em um contexto de separação familiar. Ele recordou […]

O vereador Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, emocionou-se durante um seminário do PL em Brasília, realizado nesta sexta-feira. O evento, que contou com a presença de seu pai, trouxe à tona a disputa política que Carlos enfrentou aos 17 anos contra sua mãe, Rogéria Nantes, em um contexto de separação familiar. Ele recordou que, em 2000, concorreu ao mesmo eleitorado que a mãe, após a decisão de Jair Bolsonaro de se separar de Rogéria.

Carlos compartilhou que fez uma tatuagem com o rosto do pai no braço, simbolizando seu amor e admiração. “Comecei minha carreira política com 17 anos. Confesso que não sabia onde estava me metendo”, afirmou. Ele destacou a separação como um momento traumático, mas criticou a forma como a mídia internacional, como a BBC e a CNN, retratou a situação. Rogéria foi a primeira da família a entrar na política, sendo eleita vereadora no Rio de Janeiro por dois mandatos.

O vereador também mencionou o nascimento de sua filha nos Estados Unidos em 2022, revelando que o FBI questionou sua presença no país durante a gestação. Ele insinuou que as autoridades americanas desconfiavam de atividades ilícitas, afirmando que buscavam informações sobre sua suposta conexão com Steve Bannon e republicanos. Carlos defendeu que a narrativa sobre a desconfiança de Jair Bolsonaro em relação às urnas eletrônicas é uma falácia.

Por fim, Carlos enfatizou que, apesar das dificuldades enfrentadas, ele continua comprometido com a mudança no Brasil. “Atualmente, a gente dá um tiro e toma dez, mas o importante é que está fazendo parte ainda da mudança do nosso país”, concluiu, reafirmando seu papel na política e sua ligação com a figura paterna.

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