O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), indicou que não deve se candidatar à presidência nas eleições de 2026, apesar de ser visto como o principal nome da oposição contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, caso o ex-presidente Jair Bolsonaro permaneça inelegível. Um levantamento do instituto Paraná Pesquisas revelou que Tarcísio […]
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), indicou que não deve se candidatar à presidência nas eleições de 2026, apesar de ser visto como o principal nome da oposição contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, caso o ex-presidente Jair Bolsonaro permaneça inelegível. Um levantamento do instituto Paraná Pesquisas revelou que Tarcísio é favorito à reeleição, avançando ao segundo turno com vantagem sobre potenciais adversários.
Se Tarcísio optar pela presidência, as chances de um substituto se destacar na disputa paulista diminuem. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), lidera em um dos cenários, com 35,8% das intenções de voto, seguido por Márcio França (PSB) com 21,6%, Alexandre Padilha (PT) com 8,0%, e Paulo Serra (PSDB) com 6,5%. Em outra simulação, Nunes aparece com 27,0%, empatando tecnicamente com Pablo Marçal (PRTB), que tem 25,6%.
O ex-governador Rodrigo Garcia (sem partido), derrotado por Tarcísio em 2022, tem poucas chances de avançar ao segundo turno. Em um cenário sem Tarcísio, Nunes ou Marçal, Garcia ficaria com 12,3% das intenções de voto, enquanto França e a ex-ministra Marta Suplicy (PT) empatariam na liderança com 18,8% e 18,3%, respectivamente.
O levantamento, realizado entre 20 e 23 de fevereiro de 2025, entrevistou 1.650 eleitores em 86 municípios de São Paulo. O grau de confiança é de 95%, com uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais.
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