A administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enfrenta críticas severas por sua abordagem em relação à ciência, conforme destaca um editorial da revista Nature. O texto argumenta que a gestão atual está causando danos significativos à pesquisa científica no país, que é de valor inestimável tanto para os EUA quanto para o mundo. […]
A administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enfrenta críticas severas por sua abordagem em relação à ciência, conforme destaca um editorial da revista Nature. O texto argumenta que a gestão atual está causando danos significativos à pesquisa científica no país, que é de valor inestimável tanto para os EUA quanto para o mundo. A editorial enfatiza que a comunidade científica deve se unir, pois “um ataque à ciência e aos cientistas em qualquer lugar é um ataque à ciência e aos cientistas em todo lugar”.
Uma pesquisa global revelou que animais, como castores e salmões, desempenham um papel crucial na modelagem da superfície da Terra, contribuindo com 76 mil gigajoules de energia anualmente. No entanto, cerca de 30% das espécies que alteram o ambiente são raras ou ameaçadas, o que levanta preocupações sobre a perda de processos geomórficos essenciais. Este estudo destaca a importância da biodiversidade para a manutenção dos ecossistemas.
Além disso, a administração Trump impediu a participação de cientistas da NASA, incluindo a chefe Katherine Calvin, em uma reunião na China sobre uma avaliação climática da ONU. Essa reunião visa adotar um esboço para a sétima avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, que é fundamental para a formulação de políticas climáticas globais. A NASA também cancelou um contrato que apoiava essa iniciativa.
Pesquisadores estão explorando o uso de ferramentas de inteligência artificial para identificar e atender às necessidades de populações em situação de pobreza. Embora a IA possa apresentar viés, ela permite uma análise mais abrangente do que as pesquisas tradicionais, ajudando a detectar padrões que especialistas poderiam não perceber. Essa abordagem pode revolucionar a forma como dados sobre vulnerabilidades sociais são coletados e utilizados.
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