A deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) se reunirá com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), no próximo domingo para discutir as prioridades do governo no Congresso. Hoffmann assumirá oficialmente a Secretaria de Relações Institucionais (SRI) na segunda-feira, 10 de março, em uma cerimônia no Palácio do Planalto. O PSD é um dos partidos que […]
A deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) se reunirá com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), no próximo domingo para discutir as prioridades do governo no Congresso. Hoffmann assumirá oficialmente a Secretaria de Relações Institucionais (SRI) na segunda-feira, 10 de março, em uma cerimônia no Palácio do Planalto. O PSD é um dos partidos que pode receber novos cargos ministeriais, já que a sigla tem reclamado da sua representação na Esplanada, com apenas o Ministério da Pesca, considerado de baixo orçamento.
A nova ministra tem como missão melhorar a relação do governo com o Congresso, após críticas ao trabalho de Alexandre Padilha, seu antecessor. A escolha de Hoffmann causou surpresa entre líderes partidários, que a veem como uma “alienação de Lula”. Apesar de seu histórico no PT, aliados consideram que sua nomeação pode ser vista negativamente por outros partidos da base. Hoffmann também busca um deputado de centro para liderar o governo na Câmara, mas a falta de verbas e ações concretas tem dificultado essa articulação.
A posse de Hoffmann ocorre em um contexto de reforma ministerial que visa fortalecer a articulação política do governo. Lula espera que a nova ministra seja hábil nas negociações e firme na defesa do governo, especialmente contra a oposição. A expectativa é que sua chegada traga um novo quadro nas relações com o Legislativo, especialmente com o Centrão, que criticou a gestão anterior. Lula e Hoffmann destacam a importância do diálogo democrático com os partidos.
Além das mudanças na SRI, outras movimentações ministeriais estão sendo consideradas, como a saída de Geraldo Alckmin do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) e a possível entrada de Tabata Amaral no governo. Essas mudanças visam consolidar a representatividade de partidos na Esplanada e melhorar a avaliação do governo até as eleições de 2026. O presidente Lula enfatiza a necessidade de uma equipe que traga resultados e que esteja alinhada com as demandas da população.
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