A defesa de Valdemar Costa Neto, presidente do PL, planeja solicitar ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a revogação da proibição de contato com o ex-presidente Jair Bolsonaro. Essa restrição, que está em vigor desde fevereiro de 2024, foi imposta após a operação Tempus Veritatis, que investigou uma suposta trama golpista. […]
A defesa de Valdemar Costa Neto, presidente do PL, planeja solicitar ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a revogação da proibição de contato com o ex-presidente Jair Bolsonaro. Essa restrição, que está em vigor desde fevereiro de 2024, foi imposta após a operação Tempus Veritatis, que investigou uma suposta trama golpista. Valdemar argumenta que, como não foi acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), não há mais motivos para a proibição.
Desde a imposição da restrição, Valdemar e Bolsonaro têm adotado estratégias para evitar violar a decisão de Moraes, como alternar horários em eventos do partido e manter seguranças atentos para evitar encontros. A defesa de Valdemar já tentou reverter a proibição várias vezes, mas sem sucesso. Em julho de 2024, Moraes questionou se os dois haviam se encontrado durante um evento do MDB, ao que a defesa de Bolsonaro respondeu que ambos compareceram em horários diferentes.
O último encontro entre Valdemar e Bolsonaro ocorreu em dezembro, quando o ex-presidente pediu autorização para comparecer à missa de sétimo dia da mãe de Valdemar. A PGR denunciou Bolsonaro por liderar uma organização criminosa que tentou um golpe de Estado, enquanto Valdemar, embora indiciado, não foi acusado. A PGR destacou que a organização tinha forte influência de setores militares e estava enraizada na estrutura do Estado. Valdemar sempre negou as acusações.
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